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Política

Bolsonaro faz caminhada de 900 metros no hospital

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, não teve seu quadro clínico alterado na tarde de hoje (11). Como informado no boletim médico divulgado pela manhã, em razão de uma “lentificação dos movimentos intestinais e distensão abdominal”, ele passou a ser alimentado de forma endovenosa (pela veia), e está utilizando uma sonda nasogástrica (ligada do nariz ao estômago), para diminuir a pressão no sistema digestivo.  

De acordo com a assessoria do Palácio do Planalto, Bolsonaro continua a fazer caminhadas e exercício de fisioterapia. Durante a tarde de hoje, ele caminhou cerca de 900 metros nos corredores do Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, onde foi operado no domingo (8) e está se recuperando.  

Bolsonaro deverá reassumir oficialmente a presidência da República na sexta-feira (13), ainda no hospital. A previsão dele voltar à Brasília permanece sendo de sete a dez dias após a operação. 

Edição: Fábio Massalli

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Cultura

Excesso de chuva causa prejuízo de 50% na produção de hortaliças em MT, dizem produtores

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A chuva em excesso já causou prejuízo de 50% na produção de hortaliças em fevereiro, segundo produtores. Com a falta do produto, os horticultores precisam comprar de outros produtores para atender a demanda.

O horticultor Gilberto dos Santos Silva, que tem uma plantação de hortaliças em Tangará da Serra, no oeste do estado, afirmou que precisou reduzir o plantio para não ter mais prejuízos.

“A gente acaba deixando de plantar, porque a produção é bem menor. Quase não choveu no mês de janeiro, mas em fevereiro está chovendo um pouco mais e está prejudicando quem está produzindo folhas”, ressaltou.

Um dos plantios prejudicados, segundo Gilberto, é o da alface. Para conseguir atender os clientes, ele compra de produtores que têm estufa e revende.

“Sai muito mais caro, porque a nossa margem, quando você pega fora, ela é praticamente zero. Fazemos mesmo só para atender os clientes”, explicou.

Também há horticultor que não tem condições de comprar produtos de terceiros e usa outras alternativas para se manter no mercado.

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“Quando já está programado essa chuva no começo do ano, se dedicamos mais no tempo das águas em legumes. Para poder ter uma saída, uma válvula de escape, porque a folha fica muito escassa, pois vem a doença, a chuva, e a gente não consegue produzir nas águas”, disse o horticultor Adeval da Conceição.

A produtora Telma Madalena da Paz cultiva hortaliças há oito anos em Barra do Bugres, a 169 km de Cuiabá, disse que está preocupada porque todo o investimento feito no plantio de alface não vai dar retorno.

Sem a renda, ela afirmou que não tem ideia de como vai pagar o fornecedor e lamentou a situação.

Com a baixa produção de folhas nas lavouras, a tendência é que o preço no mercado aumente, além de criar uma grande disputa entre os consumidores.

“Chega um momento que você chega na feira, se o nosso cliente não chegar bem cedo, ele não vai conseguir comprar o alface”, disse Gilberto.

A esperança, segundo os produtores, é que a chuva diminua nos próximos meses.

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