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Bolsonaro é o 38º presidente do Brasil

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O Brasil já teve 37 presidentes desde a proclamação da República, em novembro de 1889. Ao longo desse período, o País viveu uma breve experiência parlamentarista, na década de 1960, e dois governos de juntas provisórias, durante a Revolução de 1930 e na ditadura militar.

“Em um primeiro momento, foi uma república de elites, oligarcas e liberais (1889 a 1930). Depois, tivemos a Era Vargas, que foi uma ditadura, até 1945, e um breve período de democracia até o golpe de 1964”, explica o professor de História da Universidade de Brasília (UnB) Mateus Torres.

A redemocratização do Brasil ocorreu em 1985 com a escolha indireta de Tancredo Neves, do então PMDB, que, no entanto, morreu antes da posse. Em seu lugar, assumiu o vice, José Sarney, do mesmo partido.
Constituição de 1988

No governo Sarney, foi promulgada a nova Constituição Federal, em outubro de 1988, reconhecendo vários direitos sociais e proclamando princípios de equilíbrio entre os poderes da República.

Renúncia
Em 1989, Fernando Collor de Mello, do PRN, foi eleito por voto direto, mas seu governo não chegou ao fim: Collor renunciou em 1992, em meio a um processo de impeachment. O vice, Itamar Franco, do então PMDB, completou o mandato.

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Reeleições
O presidente eleito em seguida era ministro da Fazenda de Itamar: Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, que cumpriu dois mandatos sucessivos. FHC foi sucedido por Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que também teve dois mandatos.

As políticas sociais do governo Lula ajudaram a eleger sua ministra da Casa Civil: Dilma Rousseff, também do PT.

Impeachment  A primeira mulher na Presidência da República também acabou reeleita, como seus dois antecessores, mas não terminou seu segundo mandato. Ela sofreu impeachment em 2016 e mais uma vez o vice terminou o mandato: Michel Temer, do atual MDB.

Da Câmara para o Planalto
Nesta terça-feira (1º), Temer passará a faixa presidencial para o 38º presidente do Brasil: Jair Bolsonaro, do PSL.

Bolsonaro era deputado federal há quase 30 anos e foi eleito com mais de 57,7 milhões de votos.

Essa é a segunda vez, que um deputado federal é eleito presidente da República no curso do mandato. O primeiro foi Jânio Quadros, em 1960.

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Galeria de ex-presidentes

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Inep investiga faculdades particulares suspeitas de fraudar o Enade no Mato Grosso

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Maria Aparecida Enes Andrade, empresária, diretora e sócia de três faculdades em Cuiabá, foi alvo de reportagem do Fantástico, da Rede Globo, no último domingo (16). Uma denúncia de um estudante de Administração ao Inep acusa a Faculdade de Cuiabá (Fauc), Faculdade Cândido Rondon e a Faculdade Desembargador Sávio Brandão (Fausb) de fraude em processo de realização do Enade, exame que avalia o desempenho dos alunos de ensino superior.

A reportagem do Fantástico aponta que, em 2015, três faculdades tiveram notas um ou dois no Enade, em uma escala que vai até cinco. Em 2018 o Ministério da Educação aplicou novo teste, sendo que a repetição das notas baixas ocasionaria sanções às instituições, que vão desde a diminuição do número de vagas até o fechamento.

A maior parte dessa nota, 55% dela, sai de uma prova feita por estudantes veteranos que já tenham cumprido 80% do curso. A direção dessas faculdades deu um jeito de garantir que só os bons alunos fizessem o Enade: apressou a formatura dos alunos mais fracos, que poderiam abaixar a nota média.

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Um estudante de administração fez uma denúncia anônima na página do Inep, responsável pelo Enade. Segundo a denúncia, a faculdade ameaçou reprovar alunos que se negassem a participar da fraude. A gravação indica também que as faculdades interromperam as aulas da graduação para dar curso preparatório para o Enade.

Em gravações de reuniões da diretora com professores, obtidas pelo Fantástico, ela cobra resultados positivos na avaliação nacional. “Vocês têm que parar tudo e só intensificar Enade”, diz em um trecho. “”Do jeito que nós estamos, a gente nunca vai sair de protocolo de risco”, acrescenta em outro.

“Nós vamos ter que colocar goela abaixo. Porque senão o meu Enade vai ser zero”, diz Maria Aparecia Enes Andrade.

Há outras duas avaliações que compõem a nota de uma faculdade. Uma delas é o “Questionário do Estudante”, preenchido pelos alunos, com informações sobre a instituição. Ele pode ser preenchido de qualquer lugar com acesso à internet. Mas os professores obrigavam os alunos a fazerem isso nos computadores da faculdade, para controlar as respostas dadas.

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“Antes de o aluno enviar tem que ter um auditor olhando as respostas e chancelando para o aluno ir embora”, afirma a diretora Maria Aparecida nas reuniões gravadas. “Essa coisa de liberdade não existe. Ela é entre aspas.”

Por telefone, estudantes confirmaram a fraude. “Indiretamente, houve uma indução”, diz um deles.

De acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes, já foi iniciado um processo de investigação. “Já enviamos questionário à instituição de ensino, já recebemos, estamos fazendo agora a apuração interna e assim que concluirmos encaminharemos ao Ministério da Educação”, afirma.

Por meio de seus advogados, Maria Aparecida negou as irregularidades. A reportagem completa pode ser conferida AQUI.

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