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Educação

Bolsonaro anuncia Carlos Decotelli como novo ministro da Educação

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É o terceiro titular da pasta desde o início do governo

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, na tarde desta quinta-feira (25), que o professor Carlos Alberto Decotelli da Silva será o novo ministro da Educação. O decreto de nomeação foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Em uma postagem nas redes sociais, Bolsonaro publicou uma foto ao lado de Decotelli e destacou a formação acadêmica do novo ministro. 

“Decotelli é bacharel em Ciências Econômicas pela UERJ, mestre pela FGV, doutor pela Universidade de Rosário, Argentina, e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha”, escreveu o presidente.

O novo ministro ocupava até recentemente o cargo de presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, responsável por executar parte das ações da pasta relacionadas à educação básica em apoio aos municípios, como alimentação e transporte escolar. Ele entra no lugar de Abraham Weintraub, demitido na semana passada. É o terceiro ministro a comandar o MEC desde o início do governo Bolsonaro.

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Segundo informações oficiais, Decotelli atuou durante toda a transição de governo após a eleição de Bolsonaro, em 2018, e ajudou a definir ideias e novas estratégias para as políticas educacionais da atual gestão.

Financista, autor de livros e professor, Decotelli fez pós-doutorado na Bergische Universitãt Wuppertal (Alemanha), é doutor em administração financeira pela Universidade Nacional de Rosário (Argentina), mestre em administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV), possui MBA em administração também pela FGV e é bacharel em ciências econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O novo ministro ainda passou pelas Forças Armadas como professor e atualmente é oficial da reserva da Marinha.

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Educação

Mauro diz que Estado vai comprar computadores e pagar internet para 15,8 mil professores

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Planos de internet, no valor de R$ 70, poderão ser custeados por até 36 meses e a aquisição de computador novo será creditada em parcela única na conta do beneficiário.

O Governo de Mato Grosso vai custear a compra de computadores novos e planos de internet para 15.890 professores da rede de ensino estadual, em exercício da função. As ajudas de custo serão de até R$ 6.020 por servidor.

O projeto de lei que autoriza a criação de ajuda de custo foi encaminhado para votação da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (22.03), após ser apresentado aos deputados estaduais pelo governador Mauro Mendes.

“O projeto vai permitir que o Governo deposite um recurso na conta dos professores, para a compra de um notebook de última geração. Além do notebook, vamos custear, durante três anos internet, para que todos os nossos professores dentro da sala de aula possam ter esse equipamento como ferramenta de trabalho para aprimorar a educação de nossos alunos. É mais um investimento que o Governo está fazendo, entre tantos outros, cujo objetivo é melhorar a qualidade do ensino, valorizando os nossos professores”, destacou o governador.

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Conforme a proposta, os planos de internet, no valor de R$ 70, poderão ser custeados por até 36 meses e a aquisição de computador novo será creditada em parcela única na conta do beneficiário.

Após ser aprovado pela Assembleia Legislativa, o projeto será regulamentado por decreto, com prazo de quatro dias para operacionalização dos pagamentos, que conforme previsão, devem ser instituídos até 31 de março.

O projeto de lei tem como objetivo a mitigação dos efeitos da pandemia da Covid-19, uma vez que devido às medidas de biossegurança, as aulas e atividades escolares ocorrem de forma não presencial.

“Essa é uma medida acertada, que irá beneficiar toda uma categoria”, avaliou o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, que participou da reunião em que o projeto foi apresentado aos deputados.

Serão beneficiados com a ajuda de custo “professores da educação básica da rede de ensino estadual do quadro efetivo e os sob contrato temporário, em efetiva regência de classe, e ao diretor escolar, coordenador pedagógico, assessor pedagógico, diretor e coordenador regional”.

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No entanto, os profissionais temporários utilizarão o equipamento em regime de comodato, ou seja, o computador deverá ser restituído com o fim do contrato de trabalho. Ainda de acordo com o projeto, a ajuda de custo tem caráter indenizatório e correrá com orçamento próprio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

“Esse é um grande avanço que estamos realizando com foco na melhoria do ensino aprendizagem. Muitos professores não tinham o equipamento e agora poderão adquirir sem onerar seu custo de vida”, ressaltou o secretário de Educação, Alan Porto.

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