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Boechat e seu Renault Twingo: caso de amor pelos subcompactos

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Por muitos anos, Ricardo Boechat conciliou sua rotina corrida entre jornais com um Renault Twingo
Reprodução/Instagram

Por muitos anos, Ricardo Boechat conciliou sua rotina corrida entre jornais com um Renault Twingo

A perda de Ricardo Boechat é um dano irreparável para a imprensa brasileira e seus milhares de admiradores. Ficamos órfãos de um dos jornalistas mais carismáticos e irreverentes do Brasil, e que também tinha gosto um tanto quanto peculiar para carros. Boechat constantemente falava de seu antigo Renault Twingo nas transmissões da BandNews FM, sendo este um de seus pontos mais cômicos. Tem até foto em que ele  posa ao lado de um segurança da Band durante um enquadro, por estacionar o compacto da marca francesa na vaga da chefia.

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Perguntado por Amaury Jr. sobre o curioso compacto da Renault em uma entrevista disponível no YouTube, Boechat
afirmou ter um “fetiche” por seu Twingo
. “Não tenho outro carro, venho para o trabalho com ele. É azul, e não chama muita atenção. Acho despropósito ter um carro enorme e que gaste muito”.

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O Twingo de Boechat virou arte


Alê Jordão aproveitou equipamentos do Twingo de Ricardo Boechat na exposição Spectrum, de 2015
Divulgação

Alê Jordão aproveitou equipamentos do Twingo de Ricardo Boechat na exposição Spectrum, de 2015

Em meados de 2015, Boechat doou seu Twingo para o artista plástico Alê Jordão reaproveitar suas partes na exposição Spectrum que foi exibida na Casa Eletcrolux (SP). O conceito, basicamente, vinha da utilização de metal e vidro obtido do desmanche do carro do jornalista para criar um ambiente de interação e novos significados, com amplo aproveitamento da luz para os efeitos. Na ocasião, o artista também abordou questões sobre sustentabilidade e reutilização de materiais descartados.

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O âncora ficaria feliz de saber que o Twingo continua sendo vendido na Europa, mantendo diversas características do antigo modelo brasileiro: carisma, versatilidade e economia de combustível.


Boechat dirigia um Twingo antigo. Na Europa, o modelo seguiu sua vida na categoria dos subcompactos premium
Divulgação

Boechat dirigia um Twingo antigo. Na Europa, o modelo seguiu sua vida na categoria dos subcompactos premium

Seu design não nega suas fortes influências no Fiat 500,
que faz muito sucesso na Europa, e preserva o mesmo critério do carismático modelo clássico. O Twingo europeu está longe de ser um carro simples: kit conforto, multimídia e opções legais para o acabamento interno tiram qualquer aspecto de “pé-de-boi”.

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Parte do motor, como compartimento para bateria, radiador e líquido de arrefecimento, estão no capô. Todo o resto está localizado abaixo do porta-malas, com fácil acesso. O motor traseiro proporciona um ângulo de esterçamento muito melhor para as rodas dianteiras, tornando o Twingo um carro confortável de manobrar e que transmite segurança nas curvas. De fato, mesmo com suas opiniões ácidas, Boechat
aprovaria o modelo europeu.

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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General Motors arrow-options
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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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