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Boca Rosa chama Rafa Kalimann de “escrota” e pede para deixar “BBB 20”

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A primeira festa do “Big Brother Brasil” está rendendo muito assunto. Rafa Kalimann e Brianca Andrade, a Boca Rosa, protagonizaram a primeira briga do reality com direito a choro e pedido para sair do programa.

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Boca Rosa e Rafa Kalimann brigando arrow-options
Reprodução/Twitter

Boca Rosa e Rafa Kalimann discutiram durante a primeira festa do ‘BBB 20’

Boca Rosa acusou Rafa de ignorá-la em um evento anterior ao ” BBB 20″  e pediu para que ela esclarecesse o que teria acontecido. “Não preciso de aceitação de nada pra ter meu business, mas gosto das coisas esclarecidas. Você me ignorou, por que? Aquele dia eu fui falar com você e você me ignorou total, por isso eu não te sigo mais. Me explica o motivo disso”, questionou Bianca.

Rafa Kalimann  explicou que chegou a enviar uma mensagem para Bianca pelo Instagram, mas nunca foi respondida. “Eu não te vi esse dia, não te ignorei nunca. Escuta, eu não tenho motivo pra mentir, sou a pessoa mais sincera do universo”, se defendeu.

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“Eu não vi. Como eu ia te seguir? Eu não tinha uma boa impressão de você”, respondeu Bianca. Irritada, ela continuou: “Não fala isso, porque fica parecendo que eu não sou sincera, sabe”.

Em outro momento Rafa diz para Boca Rosa: “Você sabe o que você fez. Você disse que deixou de me seguir nas redes sociais porque eu te ignorei, mas a verdade é que você nunca me seguiu. Então vamos parar por aqui e amanhã a gente conversa, a gente resolve. Mas eu entendi seu jogo, pare com isso”.

Boca Rosa ficou revoltada e deixou a festa, ao entrar na casa do “BBB 20” foi amparada por Mari Gonzales. “Por favor produção, me tira. Não estou acostumada a sair como escrota. Essa Rafa é uma escrota, só queria falar com ela. Ela também não é santa”, disse a sister alterada.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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