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BMW adianta visual dos novos M3 e M4 em Frankfurt 2019 e levanta polêmica

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BMW Concept 4: Visual enfatiza a grade dianteira, marca registrada da BMW

A BMW apresentou hoje no Salão de Frankfurt 2019 (Alemanha) o Concept 4. O conceito surge para revelar como será a próxima geração dos esportivos M3 e M4. Isso inclui a tradicional grade bipartida, mas com tamanho ainda maior, seguindo a tendência de lançamentos recentes, como os novos BMW X7 e Série 7. Entretanto, já é possível observar que entusiastas da marca não ficaram muito satisfeitos com a decisão da equipe de design. A fabricante alemã não divulgou nenhuma especificação técnica até o momento.

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Além da grade acompanhada por faróis pensados para reforçar a agressividade do design, o Concept 4 do Salão de Frankfurt 2019 possui espelhos retrovisores pequenos e rodas de 21 polegadas. A traseira segue um desenho mais clássico, com o para-choque e as luzes de LED visualmente mais próximo ao de modelos atuais da BMW . O difusor grande, por sua vez, também ajuda a entregar uma imagem mais robusta da parte traseira.

Em comunicado à imprensa, a BMW deu ênfase justamente ao visual da dianteira. De acordo com o texto publicado por Domagoj Dukec, chefe de design da marca: “a grade dianteira orientada verticalmente se encaixa perfeitamente nas proporções do futuro e do passado ilustres da BMW. Ela sempre foi uma característica marcante dos carros da BMW. Com isso, o Concept 4 apresenta uma visão confiante e elegante sobre esse item, oferecendo um olhar à frente para a gama da Série 4”.

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Outro esportivo de Frankfurt, que vem ao Brasil

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Ferrari F8 Spider pode rebater o teto em apenas 14 segundos, em velocidades abaixo de 45 km/h

Se o conceito da BMW ainda é um projeto futuro, a Ferrari F8 Spider já é realidade. A nova rival da McLaren 720s Spider é a grande atração no estande da fabricante italiana no evento. A principal novidade é o teto retrátil que leva apenas 14 segundos para deixar o proprietário com os cabelos ao vento. Consultada pela reportagem do iG Carros, a Via Itália — importadora oficial da Ferrari no Brasil — confirmou que o modelo será vendido por aqui no futuro.

O motor central é o mesmo 3.9 V8 da Ferrari F8 Tributo, capaz de despejar a fúria de 711 cv de potência e absurdos 77 kgfm de torque. De acordo com a fabricante, o modelo pode acelerar de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos e passar dos 200 km/h em 8,2 segundos, antes de atingir os 340 km/h de velocidade máxima. Os diversos componentes de fibra de carbono permitiram que a Ferrari reduzisse o peso do modelo, de apenas 1.400 kg. A nova F8 Spider também utiliza o coletor de admissão da irmã, feito de uma liga de níquel-cromo.

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Seu desenho permite que a F8 Spider seja mais aerodinâmica que a 488 (10% conforme a própria fabricante), garantindo mais pressão e estabilidade para o esportivo. Tal como a irmã, a F8 Spider conta com a atualização do “Ferrari Dynamic Enhancer System” (sistema de aprimoramento de desempenho), que regula a pressão dos freios durante curvas fechadas e pistas de baixa aderência. Eis um dos supercarros mais extremos do Salão de Frankfurt 2019 .

Fonte: IG Carros
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Relembre 5 carros vendidos Brasil que deixaram saudades

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Há carros que saem de linha de deixam saudades, seja porque eram até melhores que os substitutos ou simplesmente por serem bons o suficiente para fazem falta. Na lista a seguir, a reportagem de iG Carros reuniu 5 modelos, a maioria do início dos anos 2000, que foram muito bem aceitos tanto pela crítica quanto pelo público na época do lançamento.

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1 – Chevrolet Vectra CD 2000

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Chevrolet Vectra da segunda geração tinha visual arrojado e boa dose de sofisticação para o início dos anos 2000

A segunda geração do sedã da GM foi lançada no Brasil como parte da linha 1996, mas apenas quatro anos depois é que recebeu retoque no desenho que deixaram o carro com aspecto mais arrojado. Entre outros itens, tinha suspensão traseira do tipo multilink, traços dos retrovisores externos que faziam parte das linhas do capô, além de airbag duplo e ABS, itens que eram novidade há quase 20 anos no País e contribuem para o sedã estar entre os 5 carros vendidos no Brasil e que deixaram saudades,

 Na versão tipo de linha CD, o modelo da GM vinha com rodas de aro 16, computador de bordo, porta-luvas refrigerado, retrovisor interno eletrocrômico, além de poder vir com volante revestido de couro com os principais comandos do som e até um subwoofer no porta-malas. O motor era 2.0, de 16 válvulas no cabeçote, que rendia 138 cv acoplado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro.

2 – VW Golf da quarta geração

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VW Golf GTI da quarta geração acabou se tornando referência em qualidade e desempenho assim que chegou ao Brasil

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 Foi o primeiro feito no Brasil, a partir de 1999.  Antes disso, o hatch médio era trazido apenas importado. Com a plataforma PQ24, o VW Golf se tornou referência em comportamento dinâmico, conforto e desempenho no segmento no início dos anos 2000. Tinha versão 1.6, com o motor EA 111, que vinha com comando de válvulas roletado e logo se tornou um dos mais robustos da mesma cilindrada.

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No caso do esportivo GTI, o Golf IV contava com o 1.8, turbo, o mesmo utilizado pela Audi no A3. Na versão mais potente rendia 180 cv, com cinco válvulas por cilindro que podia ser combinado ao câmbio automático de cinco marchas, com trocas sequenciais no volante. Ar-condicionado digital, bluetooth e faróis com superfície complexa faziam parte do repertório do saudoso Golf.

3 – Ford Focus

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O Focus chegou ao mercado brasileiro no ano 2000 como um projeto global da Ford para carros médios

Rival do VW Golf, o hatch médio da marca americana sempre veio da Argentina. Na primeira geração chamou bastante atenção pelo estilo ousado com detalhes como a luz da marcha à ré na parte de baixo do para-choque e as lanternas traseiras embutidas nas colunas, além da trava do capô, aberto com chave e com fechadura escondida atrás do logo da grade frontal.

Por dentro, o Ford Focus também tinha estilo arrojado. Havia versões com sistema de som do tipo Doble DIN, que ocupava um espaço maior que o convencional no painel. Quadro de instrumentos com iluminação indireta e bom espaço interno eram outras características marcantes do carro. Acabamento caprichado, bom isolamento acústico e conjunto mecânico bem acertado também mereciam elogios. Tinha motores Zetec 1.8 ou 2.0 no início e, a partir de 2004, com o 1.6 Zetec Rocam. 

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4 – Fiat 500 Sport Multiair

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Fiat 500 1.5 Sport Multiair chegou ao Brasil importado da Polônia nas primeiras unidades com ares mais sofisticados

A primeira leva do subcompacto que veio ao Brasil, no início desta década, era importado da Polônia. E tinha a saudosa versão Sport com motor 1.4 Multiair, de 105 cv.  Era um sistema de variador de fase do comando de válvulas eletro-hidráulico, que atuava em cada cilindro e a cada ciclo, melhorando o rendimento do motor.

Essa versao Sport 1.4 Multiar do 500 também vinha com belas rodas de aro 16 e acabamento mais caprichado. A alavanca de câmbio bema o alcance das mãos e a agilidade no dia a dia eram pontos que agradavam bastante no carrinho que deixou de ser vendido no Brasil.

5 – Renault Mégane Grand Tour

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Renault Mégane Grand Tour 2.0 com câmbio manual de seis marchas foi uma das mais raras e memoráveis peruas

A perua do Renault Mégane foi fabricada no Brasil até 2011. Foi um dos melhores carros feitos no País. Uma das versões mais raras é a Extreme 2.0, com câmbio manual de seis marchas e frente da versão R26 vendida na Europa, com entradas de ar mais largas. Contava com 138 cv e podia acelera de 0 a 100 km/h em 10 segundos. Toda pintada de preto, vinha também com rodas grafite.

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Mas a versão mais comum era a 1.6, com câmbio manual de cinco marchas. Rendia 115 cv e fazia 8,5 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada com gasolina, conforme o Inmetro. Espaçosa, podia levar até 520 litros de bagagem no porta-malas com todo conforto e praticidade. Por esses e outros motivos é que a perua está entre os 5 carros vendidos no Brasil que deixaram saudades. 

Fonte: IG Carros
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