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Bibi Ferreira recebe homenagens de anônimos e famosos nas redes sociais

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Bibi Ferreira, de 96 anos, morreu nesta quarta-feira (13). A causa da morte ainda não foi confirmada, mas segundo O Globo
, a artista teria tido um ataque cardíaco.  

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Morre Bibi Ferreira aos 96 anos de idade
Reprodução / Instagram

Morre Bibi Ferreira aos 96 anos de idade

Conhecida como a “dama do teatro”, Bibi Ferreira
conquistou tanto sucesso que na década de 80 foi homenageada ao batizarem com seu nome um dos icônicos teatros da cidade de São Paulo, localizado no bairro Bela Vista, região central da capital paulista.

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Nas redes sociais, famosos e anônimos, prestaram homenagens. Miguel Falabella, amigo da artista
, foi um dos primeiros. “Foi-se a imensa Bibi. Devo a ela meu primeiro encantamento com o palco assistindo sua perfomance em ‘Alô Dolly’ quando era um menino de oito anos. Obrigado por tudo, mas principalmente por honrar o palco sempre”, escreveu o ator em seu Instagram.

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Na mesma rede social, também prestaram condolências e agradecimentos artistas como Elza Soares, Alice Wegmann, Tadeu Aguiar, Beth Goulart, Fátima Bernardes, Bárbara Paz, Daniela Mercury e entre outros.

“Tive a honra de cantar com ela no ‘Programa Brasil Pandeiro’ e depois a canção Sino de Belém
 no CD ‘Natal em Família’. Perdemos a maior personalidade do teatro brasileiro. Vá em paz, Bibi”, escreveu Fátima Bernardes em sua homenagem.

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Bibi Ferreira e o ano de perdas


Bibi Ferreira
Reprodução/ TV Globo

Bibi Ferreira

Em menos de uma semana, o Brasil perdeu três grandes nomes da comunicação e da cultura. Na última segunda (11) Ricardo Boechat morreu após um acidente de helicóptero; na última terça (12) Deise Cipriano, ex-integrante do grupo Fat Family, morreu em decorrência de um câncer em estágio avançado e agora Bibi, conhecida como Dama do Teatro
.

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Segundo informações da Globo News
, Bibi Ferreira
acordou disposta nesta quarta-feira (13), pediu um copo com água e por volta das 13h00 as enfermeiras notaram que seus batimentos estavam mais fracos. Apesar de o socorro ter ido até o local, a atriz já estava morta. Bibi não tinha nenhuma doença crônica e seu afastamento do teatro apenas aconteceu pela idade idade avançada, como a mesma anunciou em 2018.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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