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Belo e Gracyanne Barbosa revelam os motivos que mais causam ciúmes entre o casal

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O casal mais quente da internet, Belo e Gracyanne Barbosa revelaram detalhes do relacionamento de quase onze anos em entrevista ao ” Vídeo Show
” nesta segunda-feira (22). Casados há seis anos, o cantor revelou que não sente muito ciúmes da amada, mas que quando ela usa um shorts curto eles conversam depois. Entretanto, a musa fitness
contou que o que mais incomoda no seu ‘tudão’ é o fato dele ser uma pessoa noturna e não a deixar dormir.

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Belo e Gracyanne Barbosa revelam no
Reprodução/TV Globo

Belo e Gracyanne Barbosa revelam no “Vídeo Show” os motivos que mais causam ciúmes entre o casal

“Ele que inventou porque falou: ‘como vou chamar de amorzinho uma mulher desse tamanho?’ Ficou esse apelido carinhoso. Legal que os fãs dele adotaram o ‘tudão’, os casais se chamam de ‘tudão’”, revelaram Belo e Gracyanne Barbosa
sobre o apelido carinhoso do casal. “Eu tenho uma dona, a dona do meu coração, desse corpo, da minha mente e a dona da minha vida”, disse o cantor em tom apaixonado. 

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Belo também revelou que foi ele quem tomou iniciativa para chegar em Gracy, na época em que a morena ainda era dançarina do grupo “Tchakabum”. 


Belo e Gracyanne Barbosa revelam detalhes da sua vida amorosa
Reprodução/TV Globo

Belo e Gracyanne Barbosa revelam detalhes da sua vida amorosa

Quando questionado se tem ciúmes da amada, o cantor respondeu que sim, mas é um ciúmes saudável. “Tenho ciúmes, mas é uma coisa boba. Se ela sai com esse shorts, depois a gente chega em casa e a gente conversa”, falou. 

Entretanto, uma coisa que deixa Gracy Barbosa bem irritada são os hábitos norturnos do cantor, já que ele apresenta seus show à noite.

“Ele não me deixa dormir, isso me irrita muito. Ele é da noite, trabalha à noite né, então mesmo que não tenha show, ele só dorme 5h, 6h da manhã. E aí ele fica chateado porque eu quero dormir, ele quer que eu fique acordada a noite inteira. Então é uma discussão constante”, contou a musa, além de dizer que ele também muitas vezes quer sair da dieta. 

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“Eu como do lado dela e falo: ‘nossa, olha isso aqui. Você não sabe o sabor disso aqui, uma coisa tão gostosa. Esse beijinho, esse morango com chocolate”, brincou o pagodeiro.

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Belo e Gracyanne aproveitando sua segunda lua de mel em praia paradisíaca
Divulgação

Belo e Gracyanne aproveitando sua segunda lua de mel em praia paradisíaca

Belo e Gracyanne Barbosa
também revelaram momentos românticos do casal e o que deixou a musa mais apaixonada pelo marido foi a canção que ele fez para ela, Tudo Mudou
. “Ele fez uma música para mim. Eu não esperava. Foi uma surpresa muito feliz e me marcou bastante”, contou. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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