conecte-se conosco


Entretenimento

“BBB 20”: Namorada de Lucas fala sobre o brother emparedado

Publicado

Lucas Gallina tem causado bastante polêmica dentro do “BBB 20”. E toda essa movimentação do brother no jogo repercute também aqui fora, onde a torcida para que ele seja o próximo eliminado do jogo é grande. No último domingo (16), ele foi indicado pelo líder da vez, Guilherme, e enfrenta Babu e Victor Hugo no paredão de hoje.

Leia também: Babu, Lucas ou Victor Hugo: quem deve ser eliminado do “BBB 20”?

Lucas Gallina do arrow-options
Reprodução/Instagram/@lucas.gallina

Lucas Gallina do “BBB 20”


Leia também: “BBB 20”: Lucas fala sobre fazer filme pornô e posar nu em papo íntimo

Procurada, a família de Lucas disse que tem muito orgulho do que o participante tem mostrado no ” BBB 20 “. Sua namorada há 8 anos, Juliana Xavier , contou que esta foi a única vez que o brother se inscreveu para o programa, que começou como uma brincadeira entre amigos e acabou virando realidade.

Juliana explicou como enxerga Lucas: “Uma pessoa sincera, verdadeira e que está sempre disposta a ajudar as pessoas e não julgá-las”. Ao ser perguntada se aprovava o comportamento do namorado, que já causou algumas polêmicas lá dentro e aqui fora, ela disse estar muito feliz. “Fiquei muito orgulhosa dele ao vê-lo pendindo desculpas pessoalmente para cada mulher da casa caso algum momento ele tivesse faltado com o respeito a elas, mesmo não recordando disso ter acontecido”.

Lucas e a namorada, Juliana Xavier arrow-options
Reprodução/Instagram/@julianaxavier

Lucas e a namorada, Juliana Xavier

Leia mais:  Chuva gerou tumulto e incertezas, mas não minou ânimo do público no Lollapalooza


Sobre as amizades do brother e a aproximação com Mari Gonzalez , logo no início do programa, ela disse: “A amizade dele com a Mari não me incomodou em nenhum momento. Lucas sempre teve mais amigas mulheres do que homens e não foi diferente no programa” e que “algumas amizades que ele teve até o momento não trouxeram boas energias a ele. Mas acredito que agora está muito bem rodeado de pessoas alegres e com um pensamento mais próximo do dele”.

Vida aqui fora

Fora do “BBB 20”, Lucas Gallina é fisioterapeuta. Mas, antes, ele chegou a morar nos Estados Unidos , onde jogava basquete e tinha, inclusive, planos de ir para a NBA, quando sofreu uma lesão que forçou a desistir da vida de atleta. Foi quando o participante encontrou na fisioterapia uma nova oportunidade. “Se dedicou muito aos estudos e encontrou outro sonho e uma grande força dentro da fisioterapia. Sempre se mostrou disposto a ser o melhor dentro da sua profissão”, disse Juliana.

Leia também: Lucas não doa estalecas para comida no “BBB” e Thelma dispara: “macho escroto”

Leia mais:  Marina Ruy Barbosa prova que vermelho é a cor mais quente com clique de lingerie

E se ganhasse o ” BBB 20 “, a namorada explica que Lucas iria investir em uma causa nobre. “Ele antes de ir já tinha comentado que gostaria de fazer uma doação caso fosse o grande vencedor. Já verbalizou dentro da casa que doará parte do prêmio para uma instituição de mulheres com câncer. Ele trabalha com a autoestima feminina e visualiza a importância disso diariamente em seus atendimentos. Já atendeu algumas mulheres que passaram por essa doença, assim como teve caso na família, onde percebeu o quanto isso pode abalar a autoestima das mulheres”. 


Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

Leia mais:  R.Kelly é denunciado por múltiplas acusações de abuso sexual

Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Marina Ruy Barbosa prova que vermelho é a cor mais quente com clique de lingerie

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana