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Polícia

Batalhão Ambiental e Sema apreendem 135 quilos de pescado sem documentação em Gaúcha do Norte

Publicado

Equipes do Batalhão de Proteção Ambiental Ambiental e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), apreenderam nesta segunda-feira (22.02), 135 quilos de pescado sem documentação, em Gaúcha do Norte (a 595 km de Cuiabá).

Os agentes realizavam patrulhamento fluvial pelo Rio Culuene e desceram em uma vila de pescadores. Em uma das residências, um senhor recebeu a equipe e se identificou como pescador profissional.

Questionado se teria pescado armazenado, respondeu que sim. Ele apresentou a declaração de pesca individual e o período, além de exemplares de cachara, jurupensen e boca larga, conforme o documento. Tudo correto.

Mais uma vez, os agentes perguntaram se teria mais pescado no imóvel, o homem respondeu que não, porém, era possível escutar o motor de outro freezer que vinha de um dos cômodos.

No quarto, os policiais encontraram outro freezer cheio de pescado. O senhor alegou que não seria dele e, sim de um conhecido que mora na cidade de Barra do Garças.

Questionado se o denunciado seria pescador profissional, disse que não. E, sobre o documento de origem do pescado, também não teria. Alegou que apenas armazenava os peixes na sua propriedade.

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Devido à irregularidade, todo pescado foi apreendido e encaminhado a cidade, sendo exemplares de cachara, cachorra, jurupensen, curvina e matrinchã.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

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Polícia

Mulher e detida por venda falsa de “galinhada beneficente”

Publicado

Uma mulher que estava aplicando golpes em Nova Xavantina, a 645 km de Cuiabá, foi presa pela Polícia Civil nessa sexta-feira (5), durante investigação para apurar denúncia sobre a venda falsa de “galinhada beneficente”, que seria realizado para ajudar uma suposta criança com câncer.

A suspeita de 38 anos e com passagens anteriores pelo mesmo crime foi autuada em flagrante pela prática de estelionato.

As diligências iniciaram logo após a proprietária de um buffet procurar a delegacia para informar que uma pessoa estava usando o nome do seu estabelecimento comercial como local do evento beneficente.

De acordo com a vítima, a pessoa estava vendendo uma galinhada solidária que aconteceria no dia 22 de março em prol do tratamento de uma criança com câncer, porém o seu espaço comercial não havia sido alugado para o respectivo evento, que também não poderia ser realizado em razão da proibição de aglomeração por conta da pandemia causada pela Covid-19.

Ela informou também que a pessoa teria confeccionado os convites e vendido 300 ingressos, além de ter procurado a gráfica para produzir mais 300 ingressos, os quais estavam sendo vendidos pelo valor de R$ 15 cada.

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Com base nas informações, os policiais civis iniciaram as diligências para esclarecimento dos fatos, quando localizaram a suspeita na região central da cidade. Ela foi conduzida à Delegacia de Nova Xavantina para prestar esclarecimentos, sendo constatadas as passagens anteriores pelo crime de estelionato.

O mesmo tipo de golpe foi praticado pela suspeita no ano de 2018, no município de Tesouro, quando ela vendia rifas que dizia ser beneficentes, porém eram falsas.

Diante das evidências de prática criminosa, a mulher foi autuada em flagrante pelo crime de estelionato. Após a confecção dos autos, foi arbitrada a fiança no valor de R$ 3 mil, em razão da gravidade e prejuízo coletivo causado pela suspeita.

No entanto, a presa não efetuou o pagamento da fiança alegando que não tinha condições financeiras, sendo então transferida para a Cadeia Pública de Nova Xavantina, à disposição da Justiça.

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