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Política

Barra do Garças: Cenário político indefinido para eleições deste ano

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O município de Barra do Garças, (500), km de Cuiabá começa a mexer seu tabuleiro político,  cidade importante no contexto, Barra tem nomes importantes na disputa nessas eleições de 2020.Os eleitores já começam a ficar de olho naquele candidato  que traz a melhor proposta para desenvolvimento na região.

Os próprios deputados  de Mato Grosso acompanham,  já que sabem da importância politica da região no cenário estadual. Esta semana uma nova pesquisa realizada pelo jornal Jornal O+Positivo  movimentou a cidade.Na pergunta estimulada, quando os nomes dos pré-candidatos são citados pelo entrevistador, o delegado Adilson Gonçalves tem 23,69%.Segundo colocado o ex-prefeito Paulo Raye com 21,95% e na sequência vem o empresário Sandro da Cathedral, com 15,46%.

O vice-prefeito Welington Marcos alcançou 8,23% da preferência do eleitor até o momento e na retaguarda está o advogado Domingos Sávio com 2,49%. 28,18% não souberam ou não responderam.Faltando pouco mais de três meses para os eleitores irem às urnas escolher seus representantes para os próximos quatro anos o cenário político continua indefinido no município de Barra do Garças.

Pesquisa realizada pelo Jornal O+Positivo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-00831/2020 aponta que, na pergunta estimulada, quando os nomes dos pré-candidatos são citados pelo entrevistador, o delegado licenciado Adilson Gonçalves (PSD) tem 23,69%.
O segundo colocado é o ex-prefeito Paulo Raye (Pros) com 21,95% e na sequência vem o advogado e empresário Sandro da Cathedral (Podemos), com 15,46%.

O vice-prefeito Welington Marcos (Democratas) alcançou 8,23% da preferência do eleitor até o momento e na retaguarda está o também advogado Domingos Sávio (PRTB) com 2,49%. 28,18% não souberam ou não responderam.O questionário aplicado também perguntou em quem os barra-garcenses votariam para prefeito de forma espontânea, quando os nomes dos pré-candidatos não são citados.

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Nessa modalidade Adilson Gonçalves segue com pequena vantagem (12,22%) em relação a Paulo Raye (9,72%).

Sandro da Cathedral também está em terceiro aqui com 7,98% da preferência. Welington Marcos atingiu 1,99% e outros nomes lembrados 1,74%. 66,35% não souberam ou não responderam.A rejeição dos possíveis candidatos também foi aferida na pesquisa e 23,19% não votariam de jeito nenhum no ex-prefeito Paulo Raye, enquanto 14,56 não digitaria o número de Domingos Sávio. O vice-prefeito Welington Marcos tem 9,48% de rejeição e Adilson Gonçalves 9,23%. O menor índice de não votaria é de Sandro da Faculdade Cathedral com 6,48%. 37,15% não souberam ou não responderam.

 

A pesquisa

A amostragem da pesquisa é realizada em dois estágios. No primeiro, os setores censitários são sorteados com probabilidade proporcional ao tamanho (método PPT). No segundo, (e último) os respondentes são selecionados a partir de cotas proporcionais, considerando as variáveis sexo, faixa etária, grau de instrução e nível econômico, estabelecidas de acordo com dados do TSE (06/2020) e IBGE (2010).

O sistema interno de controle e verificação, conferência e fiscalização da coleta de dados e do trabalho de campo, com coleta de dados com o uso de tablets (questionário com questões espontâneas e estimuladas), enviando as coletas diretamente do campo para a base de dados das entrevistas. A equipe é formada por 5 entrevistadores treinados, com acompanhamento de um supervisor, realizando a verificação no próprio local.

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A pesquisa quantitativa foi feita com entrevistas pessoais no município de Barra do Garças- Mato Grosso, com questionário elaborado de acordo com os objetivos da pesquisa. O universo (população de interesse) é constituído pelos eleitores registrados em Barra do Garças, com idade igual ou superior a 16 anos (46.109 eleitores, de acordo com dados de 06/2020 do TSE). Foram entrevistados 400 barra-garcenses de todos os setores do município. O intervalo de confiança estimado é de 95% com margem de erro estimado de 4,9%, para mais ou para menos.

Em Barra do Garças 47,75% dos entrevistados são do sexo masculino 52,25% feminino. A idade é de 16 a 24 anos para 13,75%; 25 a 34 anos para 20,50%; 35 a 44 anos para 20,25%; 45 a 59 anos para 25% e 60 anos ou mais para 20,50%. O grau de instrução de 35,50% é Analfabeto/Fundamental; 39% Médio e 25,50% Superior. Já o nível econômico de 61% é até 1 salário mínimo; 20,25% mais de um a dois salários mínimos; 13% mais de dois a cinco salários mínimos e 5,75% mais de cinco salários mínimos.

Mais informações sobre a pesquisa podem ser encontradas no site do TSE em: www.tse.jus.br/eleicoes/pesquisa-eleitorais/consulta-as-pesquisas-registradas

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Política

Wellington Fagundes (PL-MT) afirma que as empresas brasileiras estão sobrecarregadas de tributos e de burocracia.

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A Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária retomou suas atividades nesta sexta-feira (31) após mais de quatro meses de suspensão provocada pela pandemia de covid-19. O presidente da comissão, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), reiniciou os trabalhos comunicando que o ministro da Economia, Paulo Guedes, será ouvido na quarta-feira (5), às 10h. As reuniões são feitas remotamente, por videoconferência entre deputados federais e senadores.

Para Roberto Rocha, a reforma tributária é uma ferramenta indispensável para que o país volte para o caminho do desenvolvimento econômico e da geração de emprego e renda, especialmente depois dos efeitos negativos causado pelo coronavírus. Na opinião dele, o sistema tributário brasileiro é “um verdadeiro pandemônio tributário”.

Após iniciar a reunião, Roberto Rocha passou a condução do debate para o vice-presidente do colegiado, o deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA), que passou a palavra inicialmente para o relator da comissão mista, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

O relator disse que a comissão terá de debater as PECs 110/2019 (do Senado) e 45/2019 (da Câmara), além da proposta do governo federal, cuja primeira parte  foi entregue há 10 dias ao Congresso Nacional. Para ele, os parlamentares têm o desafio de avançar “nesse debate complexo” pensando no cenário pós-pandemia. Aguinaldo Ribeiro disse acreditar que a reforma tributária vai ajudar o país a aumentar o PIB ano após ano. Em sua opinião, a reforma tributária tem que simplificar o sistema e torná-lo mais justo e transparente, o que dará segurança jurídica e confiabilidade ao Brasil.

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Ribeiro disse que o Congresso tem que buscar uma reforma ampla que traga mudanças estruturais, pois o Brasil tem uma concentração de renda extrema e enorme desigualdade social. Ele acrescentou que a reforma precisa proporcionar mais equilíbrio fiscal, alavancar a geração de emprego e renda e ajudar a combater as mazelas sociais do país.

— Não basta a simplificação tributária, tem que haver mudanças estruturais que reduzam custos e preços e proporcionem crescimento econômico — salientou o relator.

“Justiça tributária”

O senador Major Olimpio (PSL-SP), primeiro vice-relator da comissão, afirmou que esse colegiado terá um papel fundamental para a história do Brasil. Ele disse que a discussão sobre uma reforma tributária vem desde 1988 e afirmou que o Parlamento não deseja aumentar a carga tributária.A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) disse concordar com a simplificação e a unificação tributária, mas afirmou que a “a justiça tributária é mais importante”. A senadora acrescentou que “os mais pobres do país são os que mais pagam tributos”. Em sua avaliação, a reforma tem que taxar a distribuição de lucros e dividendos e as grandes fortunas, além de reduzir a carga tributária do consumo e reformular a tabela do imposto de renda.

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Por sua vez, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirmou que as empresas brasileiras estão sobrecarregadas de tributos e de burocracia. Ele defendeu uma reforma tributária que promova distribuição de renda e justiça tributária e simplifique o país. Ele afirmou que as micro e pequenas empresas são as maiores geradoras de emprego do país, mas sofrem com a alta carga tributária e a burocracia.

 

 

 

Fonte: Agência Senado

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