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Bandeira da paz? Bruna Marquezine voltou a seguir Isabelle Drummond no Instagram

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Amigas novamente? Bruna Marquezine voltou a seguir nesta quarta-feira (24) a atriz Isabelle Drummond
no Instagram
. Há mais de dois anos, as artistas tiveram um desafeto envolvendo o cantor Tiago Iorc.

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Bruna Marquezine, Tiago Iorc e Isabelle Drummond viveram uma situação constrangedora após clipe da música
Montagem / Reprodução Instagram

Bruna Marquezine, Tiago Iorc e Isabelle Drummond viveram uma situação constrangedora após clipe da música “Amei Te Ver”


Bruna Marquezine voltou a seguir
Drummond após as duas participarem de dois eventos diferentes em São Paulo. Isabelle ainda não voltou a seguir Marquezine na rede social.O desafeto entre as duas atrizes começou quando Tiago gravou o video clipe da música Amei te Ver
com Marquezine. 

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Na época, Iorc era namorado de Isabelle, que não gostou muito do que aconteceu durante as gravações. No clipe, a morena aparece de topless e abraçada com o músico. Logo depois, todas as fotos do casal nas redes sociais foram apagadas por Drummond. A mãe da atriz até tentou diminuir os boatos afirmando que o namoro já havia acabado há dois meses e que estava tudo bem entre os dois. 

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Recentemente, o namoro de Marquezine e Neymar chegou ao fim após muitas idas e vindas. Durante um evento em São Paulo, a atriz revela que está ótima solteira:  “Estou ótima solteira, graças a Deus. A semana foi ótima. Tudo certo e normal. Estou curtindo a vida… Mas acho que essa noite é uma noite de uma ótima causa, não vamos falar sobre o Neymar”, disse ela.

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sabelle Drummond já teve seu nome envolvido com o ator Chay Suede enquanto os dois gravaram a novela “Novo Mundo”, da TV Globo. Recentemente, o ator começou a seguir a ex-namorada de Neymar após o término do namoro, o que acausou polêmica entre os internautas.  Após tantos anos, Bruna Marquezine voltou a seguir
a atriz para tentar uma reaproximação. A duas têm uma trajetória parecida na televisão. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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