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Autores de homicídios em Guarantã do Norte têm mandados de prisão cumpridos

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Assessoria | PJC-MT

Dois autores de crimes de homicídio ocorrido em janeiro deste ano, no município de Guarantã do Norte (715 km ao Norte), foram presos na terça-feira (26.03), em cumprimento de mandados de prisão. Um suspeito foi detido em Guarantã do Norte e outro em Alta Floresta (803 km ao Norte). Ambas prisões foram realizadas pela Polícia Militar, após representação da Delegacia de Polícia Civil.

O primeiro homicídio aconteceu no dia 9 de janeiro, no bairro Boa Esperança. A adolescente M.L.P. de 17anos, foi morta por disparos de arma de fogo, efetuados por dois indivíduos em uma motocicleta.

Durante investigações a Polícia Civil identificou Gledison de Sousa Schimanko, 20, conhecido como “Greg”, como um dos envolvidos. Diante das provas e indícios foi pedido pelo mandado de prisão temporária contra o suspeito, expedido pela Justiça. Desde então, ele era considerado foragido.

Gledison foi localizado por policiais militares na terça-feira (26) e foi conduzido à Delegacia de Polícia de Guarantã do Norte. Ele foi interrogado pelo delegado Vaner dos Santos Neves, porém, negou as todas as acusações.

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A segunda prisão aconteceu na cidade de Alta Floresta, referente ao homicídio registrado no dia 22 de janeiro, na Praça Cultural de Guarantã do Norte. Na ocasião houve um desentendimento entre dois moradores de rua, e um acabou matando outro a golpes de faca. Em seguida o autor fugiu do local. A vítima, na ocasião,  era conhecida pelo nome de João, apelidado de Padre. No entando, a identidade da vítima ainda não foi confirmada, pois não tinha documentos e nem parentes na região. 

Na terça-feira (26), a Polícia Militar de Alta Floresta recebeu informações sobre um homem responsável por um homicídio em Guarantã do Norte, que estaria na região. Trata-se de Fagner da Conceição Lima. 

Com base na denúncia os policiais militares foram até o endereço e localizaram o indivíduo. No momento da abordagem, o suspeito apresentou um boletim de ocorrência de extravio de documento com o nome de outra pessoa.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia de Alta Floresta. Ele foi ouvido pela delegada Ana Paula Reveles de Carvalho e confessou a autoria do homicídio praticado em Guarantã do Norte.

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Os presos foram colocados à disposição da Justiça.

 

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Jovem morre durante protesto por homem negro morto por policial branco nos EUA

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Na madrugada deste sábado (30), a polícia de Detroit (EUA) confirmou a morte de um jovem de 19 anos, baleado durante protestos pelo assassinato de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi asfixiado até a morte por um policial branco de Minneapolis.

Os tiros foram disparados por um suspeito desconhecido, que dirigia um Dodge Durango cinza. A vítima chegou a ser encaminhada para um hospital da região, mas acabou morrendo. A polícia de Detroit não confirmou se o jovem participava dos protestos, mas disse que estava em meio a um tiroteio que aconteceu no centro da cidade, onde as manifestações seguem ocorrendo.

Mais cedo, o chefe da polícia de Detroit, James Craig, disse que uma pessoa havia sido presa depois de tentar atropelar um policial. “Não vou ficar parado e deixar que uma pequena minoria de criminosos entre aqui e ataque nossos policiais. Não vamos tolerar isso ”, disse Craig.

Protestos pelos EUA

Na madrugada de sábado (30), as manifestações se espalhavam por 17 estados americanos, atingindo cidades como Nova York, Los Angeles, Washington e São Francisco.

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O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que a situação no estado continua “incrivelmente perigosa” durante uma entrevista coletiva nesta madrugada. A capital Minneapolis, onde cerca de 50 pessoas foram presas durante a madrugada, ainda é considerada o epicentro dos protestos mesmo após decretado um toque de recolher.

No início da noite de sexta-feira (29), a polícia de Washington precisou formar um cerco de proteção à Casa Branca.

Em Atlanta, manifestantes arremessaram bombas, tijolos e estilhaços de vidro na sede da CNN. A fachada do edifício também foi pichada e uma bandeira dos Estados Unidos foi queimada em frente ao prédio. Os manifestantes exibiram placas com a mensagem #BlackLivesMatter (“vidas negras importam”, em português).

Durante uma transmissão ao vivo dos protestos na cidade de Minneapolis, Omar Jimenez, um repórter da CNN, negro e latino, foi detido pela polícia, mesmo após se identificar como jornalista. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O jornalista Josh Campbell, que é branco e estava no local, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia hora depois, todos foram soltos.

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