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Polícia

Autor de vários furtos é preso após arrombar caminhonete no centro da capital

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Assessoria | PJC-MT

Um homem contumaz em crimes de furto foi preso pela Polícia Judiciária Civil, na quinta-feira (16.05), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf). Marcos Júnior Alves de Arruda foi autuado em flagrante pelo crime de furto qualificado por rompimento de obstáculo e concurso de pessoas. A prisão ocorreu após o arrombamento ocorrido na quarta-feira (15), na região central de Cuiabá. 

Na ocasião, uma caminhonete S10 de cor vermelha teve o vidro da porta traseira do lado esquerdo quebrado, sendo subtraído do interior do veículo pertences e documentos da vítima, além de aproximadamente R$ 2,9 em dinheiro, uma folha de cheque no valor de R$ 1,5 mil, entre outros objetos.

Em análise das câmeras de segurança do local, os policiais civis identificaram um veículo Fiat Uno de cor vermelha, que estaciona ao lado da caminhonete e duas pessoas descem e praticam o crime. O carro suspeito foi localizado nas proximidades do córrego 8 de abril, no bairro Jardim Cuiabá.

Marcos Júnior foi surpreendido ao lado do automóvel e ao ser comparado com os rapazes que aparecem na imagem, verificou se tratar de um dos envolvidos. Entrevistado o detido acabou confessando o crime, bem como informou que havia vendido o estepe a terceiros.

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Diante do flagrante, o suspeito foi conduzido à Derf Cuiabá, interrogado e autuado por furto qualificado por rompimento de obstáculo e concurso de pessoas. Após checagem foi constatado que Marcos Júnior possui extensa ficha criminal e estava em liberdade a pouco mais de quatro meses.

Visando a preservação da ordem pública, a Polícia Civil representou pela conversão da prisão em flagrante pela prisão preventiva do preso, que foi apresentado em  audiência de custódia na manhã desta sexta-feira (17).

As diligências continuam com objetivo de identificar e prender o segundo autor do furto.

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Polícia

Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, Dono da Havan e alvo

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A Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, na manhã desta quarta-feira (27), referentes à investigação sobre notícias falsas conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apura ameaças a ministros.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas em 14 endereços de São Paulo (11 na capital e 3 em Araraquara, no interior do estado), 3 do Distrito Federal, 6 do Rio de Janeiro, 1 do Mato Grosso, 3 do Paraná e 3 de Santa Catarina.

 

A PF também realiza nesta quarta outras três operações: a Lazarus, no Rio de Janeiro, que apura fraudes na Previdência Social; a Camilo, que investiga desvios de recursos públicos da saúde no Rio Grande do Sul; e a Cara Dura, que visa desarticular um grupo criminoso envolvido em dezenas de furtos cometidos contra várias instituições financeiras no Tocantins e em outros estados.

O inquérito, que corre em sigilo, foi aberto no dia 14 de março de 2019 pelo presidente do STF, Dias Toffoli, com a intenção de investigar a existência de uma rede de produção e propagação de fake news.

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Os alvos da operação são os seguintes:

Alvos de mandados de busca e apreensão, com computadores, celulares, tablets e outros dispositivos eletrônicos apreendidos:

• o ex-deputado federal Roberto Jefferson;
• o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan;
• o blogueiro Allan dos Santos, próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido);
• o músico e humorista Rey Biannchi;
• o youtuber Enzo Leonardo Suzin Momenti;
• a ativista bolsonarista Sara Winter;
• o empresário Edgard Corona, presidente da rede de academias Smart Fit;
• o comandante Winston Rodrigues Lima, coordenador do Bloco Movimento Brasil;
• o ativista bolsonarista Marcelo Stachin;
• o youtuber Bernardo Pires Kuster;
• o ativista Eduardo Fabris Portella.

Prestarão depoimento à PF em até dez dias como parte das investigações, mas não tiveram equipamentos apreendidos:

• a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP);
• a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF);
• o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ);
• o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR);
• o deputado federal Cabo Junio do Amaral (PSL-MG);
• o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança;
• o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP);
• o deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP).

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Segundo a analista de política Daniela Lima, o ministro Alexandre de Moraes determinou que os conteúdos das postagens feitas por esses deputados sejam 100% preservados para análise, mas não ordenou busca e apreensão para tais casos.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) se manifestou no Twitter sobre as ações da Polícia Federal. “O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital”, disse ele. “Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta?”, questionou.

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