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Autor de roubo de motocicleta é preso e alega que crime foi cometido por

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Assessoria | PJC-MT

Boné utilizado pelo suspeito no dia do roubo e no momento em que foi preso.

Um jovem identificado como autor do roubo da motocicleta de um entregador de lanches foi preso pela Polícia Judiciária Civil, na sexta-feira (19.10), após ser identificado nas investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA).

Gustavo Hugo de Carvalho Silva Moraes, 24, conhecido como “Gustavinho” negou a participação no assalto e disse que o crime foi praticado por um “clone” dele. O acusado foi autuado em flagrante por crime de associação criminosa armada sendo representada pela conversão da prisão em flagrante em preventiva.

O suspeito teve o envolvimento reconhecido no roubo, ocorrido no dia 05 de outubro, em frente a um condomínio, no bairro Aroeira, em Cuiabá. Na ocasião, a vítima (que trabalha como entregador de uma lanchonete) aguardava para fazer uma entrega, quando foi surpreendida por três homens, um deles em posse de arma de fogo.

Os criminosos subtraíram a motocicleta que a vítima estava, além do seu aparelho celular, o troco e a bolsa com o lanche. Assim que foi acionada, a equipe da DERRFVA iniciou as investigações e através, das imagens captadas pelas câmeras de segurança do condomínio, conseguiu identificar Gustavo como um dos autores do roubo.

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Com base nas suspeitas, os policiais mostraram a foto de Gustavo para vítima, que o reconheceu como um dos autores do roubo. Em continuidade as diligências, os policiais seguiram até a residência do acusado, no bairro Aroeira, onde ele foi encontrado com o mesmo boné que usava no dia do roubo. Na casa, os policiais também apreenderam uma calça com as mesmas características da que ele usava no dia do assalto.

Ele foi conduzido a DERRFVA, sendo novamente reconhecido pela vítima como um dos autores do crime. Interrogado pelo delegado Caio Fernando Alvares de Albuquerque, o suspeito negou a participação no roubo, e quando apresentadas as imagens da sua atuação, ele alegou que era um “clone” dele. Até mesmo a mãe do acusado, ao ver as imagens se surpreendeu, questionando quando tinha ocorrido.

“Havia indícios suficientes que apontavam que Gustavo, junto a seus comparsas, agiram afinados, solicitando a entrega do lanche para atrair a vítima, para cena do roubo, caracterizando claramente o crime de associação criminosa armada”, explicou o delegado.

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Diante das evidências, o delegado autuou o suspeito em flagrante pelo crime de associação criminosa armada (crime de natureza permanente) e representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, que foi prontamente atendida na audiência de custódia.

 

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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