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Polícia

Autor de homicídio confessa crime e é preso em ação integrada em Barra do Bugres

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Assessoria | PJC-MT

O autor de um homicídio ocorrido em Barra do Bugres (168 km a Médio Norte) foi preso, na sexta-feira (25.01) em ação integrada da Polícia Judiciária Civil e Polícia Militar do município. Durante as investigações, Ailton de Oliveira, 32, foi conduzido como testemunha, porém durante interrogatório na delegacia confessou o crime.

As diligências iniciaram quando os investigadores da Polícia Civil de Barra do Bugres foram informados de um homicídio na Agrovila 31 do Assentamento Antônio Conselheiro na sexta-feira (25). Ao chegarem ao endereço constataram que a vítima, Genésio Inácio da Silva, de 60 anos, foi morto por objeto contundente e o local do crime estava alterado.

Em conversa com populares, os policiais civis e militares chegaram a testemunha de nome Ailton, que disse morar na mesma residência da vítima. Indagado sobre os fatos, o suspeito entrou diversas vezes em contradição, dizendo inicialmente que os autores seriam dois homens encapuzados e armados.

Depois contou que estava na cozinha e ao chegar perto do local do fato os suspeitos falaram que iram pegá-lo também, e com isso saiu correndo em outro sentido.

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Diante das contradições, os policiais conduziram a testemunha para prestar depoimento. Na manhã de sábado, ao ser interrogado pela autoridade policial, a suposta testemunha confessou ser o executor do homicídio e forneceu os detalhes de como matou a vítima.

Segundo o suspeito, após uma discussão com a vítima, desferiu três golpes em seu pescoço utilizando uma estaca de aroeira. Após o depoimento, Ailton foi autuado pela prática de homicídio e conduzido a Cadeia Pública de Barra do Bugres ficando à disposição do Poder Judiciário.

 

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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