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Saúde

AUDITORIA – Técnicos da Saúde participam de capacitação sobre auditoria no SUS.

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A Auditoria Geral do SUS da Secretaria de Estado de Saúde – AGSUS/SES/MT, em parceria com o Serviço de Auditoria do Ministério da Saúde em Mato Grosso – SEAUD-MS/MT, realizou nos dias 26 e 27/11/2018 a capacitação em Matrizes de Auditoria no Sistema Único de Saúde.

O curso teve o objetivo de capacitar os Auditores do SUS das esferas federal, estadual e do Município de Cuiabá para elaborar e utilizar matrizes de coleta e análises de constatação e matriz de qualificação de responsáveis visando a padronização e otimização da metodologia na realização de auditorias nos três componentes do Sistema Nacional de Auditoria-SNA, assim como atender ao Acórdão do Tribunal de Contas da União -TCU PLENÁRIO Nº 1246/2017 de 23/06/2017, no qual constam recomendações e determinações que perpassam pelo fortalecimento do Sistema Nacional de Auditoria do SUS tais como: operacionalização, implementação e melhoria dos sistemas do SNA.

A capacitação foi ministrada pelo Auditor do SUS do Departamento Nacional de Auditoria do Ministério da Saúde, João Paulo Martins Viana, graduado em Farmácia/Bioquímica e mestre em Ciências da Saúde, coordenada pelo Auditor Geral do SUS da SES/MT, Roziney Rodrigues Peixoto, contando com a participação do Auditor Geral do SUS do Município de Cuiabá, Diógenes Alves Cabra Neto. O evento aconteceu na Escola de Governo de Mato Grosso.

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Saúde

Resultados alcançados mostram que foi correta a decisão de não decretar a intervenção no Hospital Regional.

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As ações desencadeadas e números positivos alcançados desde a normalização e retomada dos atendimentos no Hospital Regional de Rondonópolis Irmã Elza Giovanella, mostram que foi correta a decisão do Estado em não decretar a intervenção naquela unidade hospitalar. Com o trabalho iniciado há duas semanas por uma equipe técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), em conjunto com o instituto Gerir, foi contornada a crise motivada pelo desabastecimento que gerou a paralisação de atividades eletivas e diminuiu a entrada de pacientes na urgência e emergência.

O pedido de intervenção foi discutido no dia 13 de novembro passado na sede da SES em uma reunião entre o secretário de Estado de Saúde, Luiz Soares, parlamentares e prefeitos que representam o Consórcio Regional de Saúde da Região Sul de Mato Grosso. Na ocasião, foram apresentadas as razões para a não intervenção e, no mesmo dia, seguiu para Rondonópolis uma equipe que iniciou o trabalho de apoio à direção do hospital. “A secretaria tomou todas as medidas cabíveis e não existem motivos para a intervenção”, ressaltou o secretário-adjunto de Gestão Hospitalar, Cassiano Falleiros, que está coordenando o trabalho da equipe técnica.

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Conforme Falleiros, a decisão da SES foi embasada em critérios técnicos e legais. “A SES não tem hoje capacidade técnica para fazer qualquer tipo de intervenção em meio a um processo de transição, faltando pouco mais de um mês para um novo governo assumir. Também não existe dotação orçamentária para a formalização de contratos emergenciais com prestadores de serviços, médicos e não médicos, e tampouco tempo hábil para a realização de processo seletivo para novos servidores para manter o pleno funcionamento do hospital”, explicou.

Cirurgias eletivas

Os dados demonstram que as medidas adotadas no Hospital Regional de Rondonópolis estão dando resultados. Com o aporte de recursos financeiros no hospital foi possível abastecer a unidade com insumos hospitalares e medicamentos por um período de 30 dias. Houve a reabertura de 25 leitos que estavam bloqueados pela Vigilância Sanitária e isso permitiu a entrada de novos pacientes que estavam na urgência e emergência e também a retomada das cirurgias eletivas.

Com a utilização de seis salas cirúrgicas (antes 2 estavam funcionando), do dia 13 de novembro até agora (27.11) já foram realizadas no hospital 152 cirurgias em pacientes da Região Sul (que abrange 19 municípios). E até sexta-feira estão sendo programadas pelo menos mais 25 cirurgias, além de outras 16 previstas para a próxima semana.

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Atendimento ambulatorial

Os números referentes ao atendimento ambulatorial no hospital também vêm crescendo. Na semana passada, foram realizados 60 atendimentos. Nesta semana (até sexta-feira) serão mais 300 e, para a próxima semana, a programação prevê mais 450 atendimentos. Cem por cento dos leitos de UTI estão ocupado e 100% dos atendimentos de regulação do Pronto-Socorro estão sendo realizados.

“O hospital também apresenta indicadores que são de relevância nacional, comparados a hospitais privados, de excelência, tais como baixa taxa de mortalidade, alta taxa de ocupação, com giro de rotatividade média de permanência com padrões sugeridos pela Organização Mundial de Saúde. Isso tudo evidencia que, até o momento, não há nada que justifique razões para intervenção ou rescisão contratual”, concluiu o secretário-adjunto Cassiano Falleiros.

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