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Atrizes de “Segundo Sol” vão às ruas para conversas com eleitores indecisos

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O segundo turno das eleições presidenciais acontece no próximo domingo (28) e alguns artistas tem ido às ruas para conversas com eleitores que ainda não se decidiram. Entre eles estão as atrizes de “Segundo Sol” Letícia Colin
e Luisa Arraes
.

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As atrizes de
Reprodução/Instagram

As atrizes de “Segundo Sol” Letícia Colin e Luisa Arres foram ás ruas nessa sexta-feira (26) falar com eleitores

As duas atrizes de “Segundo Sol”
colocaram algumas cadeiras na rua, no Rio de Janeiro, convidando os passantes para sentar e conversas sobre voto. Uma plaquinha com os dizeres “Ainda na dúvida? Vamos conversar” foi colocada ao lado de uma mesa com bolos e café.

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Letícia, que na novela vive a ex-prostituta Rosa publicou uma imagem em seu Instagram dizendo: “Conversando sobre liberdade. Revelando bizarras fakenews. Pela vida, pelo amor, pelas minorias, que são gigantes. Conversando a gente discorda, dá risada, come bolo, conta coisas que o outro não sabia. Aqui é a favor do amor. Minhas manas Luísa Arraes e “Flavia Lacerda”.

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Elas não foram as únicas a tomar essa atitude. O também ator Paulo Betti circulou pelos metrôs do Rio com um bottom do candidato Fernando Haddad, para conversar com os passageiros e tentar convencê-los a votar no candidato do PT.

O casal de atores Mariana Lima e Henrique Diaz também foi para as ruas falar com eleitores, assim como Letícia Sabatella, que aparece em vídeos com eleitores que mudaram seu voto. 

Atrizes de “Segundo Sol” na militância

As atrizes de “Segundo Sol”
são ativas politicamente, e ambas já se manifestaram sobre o assunto antes. Nos últimos dias, Letícia participou de comícios de Fernando Haddad. Luisa Arraes chegou a falar em entrevista recente que gostaria de ser mais ativa na militância política, apesar disso, ela preferiu deletar seu Instagram nesse período. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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