conecte-se conosco


Entretenimento

Atriz de “Eu, a Patroa e as Crianças” denuncia ex-namorado por agressão

Publicado

Parker McKenna Posey, atriz de “Eu, a Patroa e as Crianças”, que deu vida a caçula Kady Kyle
, denunciou o ex-namorado Chris Sails por agressão. Segundo o site americano 
TMZ

,  o rapaz foi detido na noite desta quinta-feira (25) e está sendo mantido sob custódio da polícia em Houston, nos Estados Unidos. 

Leia também: “Maniac” e nova temporada de “Grey’s Anatomy” são destaques da Netflix no mês


Namorado de atriz de
Divulgação

Namorado de atriz de “Eu, a Patroa e as Crianças” é preso após agredi-la. Atriz alega em documentos que quase morreu

De acordo com os documentos obtidos pelo veículo internacional, a atriz de “Eu, a Patroa e as Crianças”
relatou às autoridades que o youtuber ficou irritado ao vê-la trocando mensagens com outra pessoa em seu celular e começou a agredi-la. Os papéis ainda afirmam que foram tantas pancadas que a intérprete da caçula Kady Kyle pensou que fosse morrer.

Leia também: Renovada para 3ª temporada, “Riverdale” se tornou a nova série teen do momento

A agressão teria ocorrido em setembro deste ano no apartamento do casal. Parker McKenna Posey, agora com 23 anos, alegou que Chris deu vários socos e tapas em seu rosto, e ainda tentou sufocá-la.

Leia mais:  Documentário polêmico faz de Michael Jackson uma figura tóxica na mídia

Os policiais que atenderam o caso, à época, perceberam que a atriz estava bastante ferida, com os olhos roxos e diversos cortes em sua nuca. O TMZ
ainda destaca que Parker primeiro explicou para a polícia que uma mulher tinha a atacado, mas após duas semanas decidiu denunciar o ex-namorado.

A vida de Kady Kyle


atriz de
Divulgação

atriz de “Eu, a Patroa e as Crianças” alega ter sido agredida por ex-namorado, nos Estados Unidos

A atriz hollywoodiana ganhou destaque ainda criança quando deu vida a caçula da família Kyle na sitcom de humor. Após o sucesso na série de televisão, Parker chegou a atuar em outras produções como “Switched!”, “Nova York Contra o Crime”, “iCarly”, “Snowfall” e entre outras. 

Leia também: Aplicativos são a nova tendência para conquistar aficionados por séries

Até o momento a atriz de “Eu, a Patroa e as Crianças”
 não se posicionou em suas redes sociais, mas os admiradores aguardam um comunicado com ansiedade.

Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

Leia mais:  “The Last of Us Part II” pode ser adquirido com desconto em pré-venda

Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Emilia Clarke rebate críticas sobre nudezexcessiva e enaltece “Game of Thrones”

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana