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Atriz da série “Antônia”, Quelynah está desaparecida

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A atriz Quelynah, protagonista da série “Antônia”, de 2006, está desaparecida . Sua mãe, Cleusa Simão, esteve no “Balanço Geral” dessa sexta-feira (08) para fazer um apelo a filha, pedindo para que ela voltasse para casa.


Atroz e cantora Quelynah desapareceu na última semana após deixar a casa da família
Reprodução/Instagram

Atroz e cantora Quelynah desapareceu na última semana após deixar a casa da família

Cleusa contou que a filha sofre de depressão e na última semana disse que não conseguia mais viver em casa, e decidiu ir para a rua procurar um albergue para ficar. Desde então Quelynah , que nasceu Jaqueline Simão de Oliveira, não deu mais notícias.

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A mãe também falou que ela não tem envolvimento com drogas, mas sofre de “surtos psiquiátricos”: “Posso te garantir que não é drogas. Ela está com surtos psiquiátricos fortes. Eu queria pedir ajuda, um lugar para ela fazer um tratamento porque em casa ela não vai se curar”, disse Cleusa.  

A atriz também foi uma das participantes da oitava edição do reality show “A Fazenda”, em 2015. Essa foi sua última aparição na TV. Sua mãe também contou que as dificuldades enfrentadas pela atriz na carreira estão entre os motivos que a levaram à depressão.

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A cantora e atriz Negra Li, que participou de “ Antônia ” com Quelynah, também se pronunciou sobre o assunto no programa. Em um vídeo, ela elogiou a colega e se prontificou a ajudar: “Uma mente brilhante para compor, uma mulher forte. Muito palhaça, brincalhona, excelente mãe, brilhavam os olhos quando ela falava da filha”, comentou.

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Ela tem dois filhos, Mayah, de seu relacionamento com o rapper Thaíde, e Martin. Ela chegou a perder a guarda da filha por não conseguir sustenta-la, e em 2013 ela esteve no “A Tarde é Sua”, de Sonia Abrão, onde já mostrava sinais de depressão. Na época, ela desabafou sobre o desemprego e seus problemas pessoais, e recebeu ajuda do programa.

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No Instagram, sua última publicação é de três dias atrás. Quelynah postou um vídeo onde aparece no estúdio trabalhando em uma gravação.

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Fonte: IG Delas
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Animação para adultos, “Love, Death & Robots” radicaliza conceito seriado

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Revolucionária na forma, é uma animação para adultos antológica, e na estética, os 18 episódios têm entre 5 e 18 minutos, “Love, Death & Robots” é forte candidata a série do ano. Criada por David Fincher, que já colaborara com a Netflix nas séries “House of Cards” e “Mindhunters”, e Tim Miller, o diretor do primeiro “Deadpool”, a produção é um deleite visual e empolgante tematicamente.

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Cenas de Love, Death and Robots
Divulgação

Cenas de Love, Death and Robots

Todos os episódios dessa primeira temporada de “Love Death & Robots” , como entrega o nome, tratam de amor, morte e robôs. Uma comparação válida, ainda que pobre, é com “Black Mirror”, já que muitos dos episódios são chapados, lisérgicos e provocam surtos existenciais e reflexivos.

Há outros em que a viagem filosófica vai além da pertinência contemporânea. É o caso de “Zima Blue”, que flagra uma artista animatrônico – uma espécie de inteligência artificial que revolucionou o mundo das artes – que prepara o seu último grande trabalho. Trata-se de uma avaliação sobre o sentido da vida de tirar o fôlego, ainda que o episódio seja de dez minutos e fundamentalmente narrado em 1ª pessoa. É para se pensar em Kubrick!

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Há, ainda, a sátira política “When the Yogurt Took Over”, que mostra como fica o mundo depois que o Yogurt desenvolve inteligência e sana a dívida pública. Já em “Alternate Histories”, um computador imagina realidades alternativas a partir de seis tipos de mortes diferentes para Hitler. É impagável!

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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots
Divulgação

Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots

Todos os episódios são dirigidos por diretores diferentes e de diversos cantos do globo, sempre com a supervisão de Tim Miller . A produção radicaliza a maneira de contar histórias seriadas e o faz com indefectível assombro estético.

Há a ficção científica casca-grossa como “Beyond the Aquila Rift”, que tem uma das melhores cenas de sexo da história da animação, e o inusitado drama de ação em que lobisomens são instrumentalizados pelos militares em “Shape-Shifters”.

Todos esses são episódios ressonantes, mas há aqueles que visam o mero entretenimento, ainda que com boas piadas, tramas ou personagens como no tenro “Three Robots”, sobre três robôs em excursão por uma Terra pós-desastre nuclear, ou no esperto “The Dumb”, sobre um sujeito que mora no lixão e recebe a visita da Prefeitura.

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O estilo da animação varia do mais rudimentar 2D ao mais avançado CGI, com direito a Performance Capture.

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“Love, Death & Robots” é um triunfo da Netflix por todos os ângulos que se observe. É uma produção criativamente voraz (a pulga não vai sair da sua cabeça após assistir ao 3º episódio denominado “The Witness”), sutil, elétrica, inteligente, divertida e essencialmente humana em suas divagações.


Love, Death and Robots
Divulgação

Love, Death and Robots

Fonte: IG Delas
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