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Atores da Globo desmentem notícias de que teriam saído no tapa

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Nesta sexta-feira (6), começou a circular na internet que Samantha Schmütz e Marcus Majella teria saído no tapa nos bastidores do “Vai Que Cola” , série em que trabalham juntos no Multishow, que pertence ao grupo Globo. Mas, os atores esclareceram o assunto nas redes.

Samantha Schmütz e Marcus Majella arrow-options
Divulgação / TV Globo

Samantha Schmütz e Marcus Majella


“Gente , to vindo aqui só pra dizer que as matérias que estão saindo dizendo que eu e Samantha Schmutz “saímos no tapa” são totalmente falsas e irresponsáveis. Isso só reforça o quanto existe um oportunismo midiático desse tipo de imprensa que faz qualquer negócio e inventa qualquer coisa só pela sede de likes. Dizer que saímos no tapa é MUITO GRAVE. Eu e samantha trabalhamos juntos há 8 anos e sempre nos respeitamos! E se diferenças surgirem serão discutidas de forma civilizada como em qualquer lugar.”, escreveu o ator do programa da Globo em seu Instagram.

No fim, Marcus Majella aproveitou para enaltecer o trabalho da colega em um show que tem feito no Fasano e deseja sucesso para a atriz.

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Gente , to vindo aqui só pra dizer que as matérias que estão saindo dizendo que eu e Samantha Schmutz “saimos no tapa” são totalmente falsas e irresponsáveis. Isso só reforça o quanto existe um oportunismo midiatico desse tipo de imprensa que faz qualquer negócio e inventa qualquer coisa só pela sede de likes. Dizer que saímos no tapa é MUITO GRAVE. Eu e samantha trabalhamos juntos há 8 anos e sempre nos respeitamos! E se diferenças surgirem serão discutidas de forma civilizada como em qualquer lugar. Mas Nada disso me surpreende! Vivemos em tempos de escuridão! Temos que fazer um força positiva e lúcida para combater cada vez mais essa onda de oportunismo. Eu sou da tribo que gosta de repercutir e repassar coisas boas. Como por exemplo o lindo show que a Samantha está fazendo todas as quartas no hotel Fasano, no Rio de janeiro! Ela canta Etta James, Ray Charles, Sinatra e muitos outros num show voz e piano que é encantador. Esse sim é o tipo de notícia que devia ser propagada. Sucesso Samantha ! Viva o amor!

Uma publicação compartilhada por Marcus Majella (@marcusmajella) em 6 de Dez, 2019 às 9:20 PST


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Samantha Schmütz não foi diferente. Em seus Stories a atriz também aproveitou para desmentir as notícias de briga entre os dois. “A gente é civilizado, a gente não vai sair no tapa. Mesmo que a gente discorde de alguma coisa, não vamos sair no tapa porque isso é uma coisa séria, é agressão.”

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A atriz da Globo disse ainda que a mídia precisa ser responsabilizada pelas notícias que solta e também sobre a violência que as mulheres sofrem diariamente no Brasil.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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