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Ator Raymundo de Souza fala sobre a luta para não perder a perna após acidente

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O ator Raymundo de Souza
, que já atuou nas novelas da Globo
“Sinhá Moça” e “Terra Nostra” e também nas novelas bíblicas da Record
“Rei Davi”, “Milagres de Jesus”, “A Terra Prometida” e “Belaventura”, participou do programa ” A Tarde É Sua
“, apresentado por Sônia Abrão, nesta segunda-feira (29) e falou sobre o seu estado de saúde após o acidente de moto que sofreu e a luta para não perder uma perna. 

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Ator Raymundo de Souza fala sobre a luta para não perder a perna após acidente de moto
Reprodução/Instagram

Ator Raymundo de Souza fala sobre a luta para não perder a perna após acidente de moto

O ator
de 66 anos começou sua entrevista dizendo que está bem e agradeceu o carinho que tem recebido também dos amigos após o acidente de moto, revelando detalhes do acontecimento. 

“Olha, foi uma fatalidade né?! A minha moto é uma moto pequena, não é aquelas motos … Eu saí do futebol, que eu adoro esportes e tal, e vindo pra casa, em uma segunda-feira, dia 16, eu to vendo na avenida um caminhão na contramão e um trator, obviamente eu sai, entrei pra faixa da esquerda e daí eu não lembro mais nada. Alguma coisa me bateu, eu bati em alguma coisa”, falou. 

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Sobre sua questão financeira, Raymundo, que completa sete meses de internação no dia 16 de novembro, contou que está no hospital Unimed, na Barra, no Rio de Janeiro, por conta própria e que não tem ajuda fiscal. “Infelizmente, o ator brasileiro passa por esses problemas, aposentadoria, muitos colegas nosso estão passando por necessidades, por falta de trabalho mesmo né”, falou. 


Ator Raymundo de Souza fala sobre recuperação após acidente
Divulgação/Munir Chatack/Record TV

Ator Raymundo de Souza fala sobre recuperação após acidente

Atuando em diversas novelas da Record
desde 2007, Raymundo negou contrato com a emissora ou com qualquer outra. “Já terminou meu contrato, eu já fiz duas novelas lá, três novelas, por obra. A última foi “Belaventura”. A “Terra Prometida” e “Belaventura” foram duas novelas que eu fiz por obra, eu não estou contratado em lugar nenhum”.

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Revelando ter passado por mais de quarenta cirurgias, o ator
não tem previsão de alta, mas segue levando sua situação no bom-humor: “Eu sempre digo que não estou doente, eu estou apenas com a minha perna machucada em um spa passando férias”, conta aos risos.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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