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Atacante campeão na Copa do Mundo de 2006 é condenado a dois anos de prisão

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Vincenzo Iaquinta defendeu a seleção da Itália na Copa do Mundo de 2006
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Vincenzo Iaquinta defendeu a seleção da Itália na Copa do Mundo de 2006

O ex-atacante Vincenzo Iaquinta, campeão com a seleção italiana
na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, foi condenado nesta quarta-feira a dois anos de prisão por crimes ligados a armas.

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Os promotores do caso pediram que  Vincenzo Iaquinta
fosse condenado a seis anos de reclusão, mas a pena acabou sendo menor.

Atualmente aos 38 anos de idade e aposentado dos gramados desde 2013, quando defendeu o pequeno Cesena, o ex-atacante foi considerado culpado por duas armas de fogo encontradas em um cofre na casa de seu pai, Giuseppe.

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Embora o ex-jogador tivesse permissão para porte de armas, seu pai havia sido proibido pela Justiça de manter armamentos em sua residência. Giuseppe, por sua vez, foi condenado a 19 anos de prisão por associação mafiosa com a ‘Ndrangheta
.

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Vincenzo Iaquinta jogou por muitos anos na Juventus, além de Udinese e Cesena
Twitter/Reprodução

Vincenzo Iaquinta jogou por muitos anos na Juventus, além de Udinese e Cesena

Tanto Iaquinta quanto seu pai deixaram o tribunal de Reggio Emilia afirmando que a decisão foi “ridícula” e “vergonhosa”. O caso é fruto de um processo chamado “Aemilia”, que investiga a infiltração da ‘Ndrangheta na região da Emília-Romana. A investigação é a maior da história já feita contra a máfia calabresa no norte do país.

O processo “Aemilia” contempla 148 réus, dos quais 125, incluindo Iaquinta, foram condenados – outros 19 acabaram absolvidos, e quatro tiveram seus crimes prescritos. O caso comprovou a existência de um braço ativo da ‘Ndrangheta na Emília-Romana, com epicentro em Reggio Emilia, uma das cidades mais importantes da região.

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Vincenzo Iaquinta
coleciona passagens por Udinese, Juventus e Cesena. Na seleção italiana, disputou 40 partidas e marcou seis gols, conquistando a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Além disso, ele foi terceiro lugar na Euro sub-21 com seu país, em 2002. 

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Apresentado, Rogério Ceni cita Zico e promete Flamengo ofensivo

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Apresentado à torcida e à imprensa como técnico do Flamengo, Rogério Ceni prometeu um time agressivo, “com o máximo de atacantes possível”. Na entrevista coletiva que concedeu nesta terça-feira (10) à tarde, pouco antes de comandar a primeira atividade no Ninho do Urubu, o treinador enalteceu o elenco que terá à disposição para trabalhar.

“O que importa é que os atletas se sintam à vontade. A longo prazo, temos que seguir o estilo do Flamengo, que é de um time ofensivo, que marca à frente e gosta da posse de bola. Se tenho bons jogadores em uma mesma posição, tenho de encontrar um jeito de colocá-los para jogar. O problema é que aqui tem muitos bons em várias posições, então alguém acaba ficando fora. Você pode usar o [Giorgian De] Arrascaeta e o Everton [Ribeiro] pelos lados. Pode usar Bruno [Henrique], Gabriel [Barbosa, o Gabigol] na frente. Ainda tem Vitinho, Pedro, Pedro Rocha, Michael. Essa [ataque] é a área que mais gosto de mexer, pois libera a criatividade. Além de um meio-campo que tem Gerson, [Thiago] Maia, [William] Arão e outros tantos jovens da base”, descreveu Ceni.

O técnico Rogério Ceni visita as instalações do Ninho do Urubu, Centro de Treinamento do Flamengo.

Se no ataque sobram opções, a defesa tem sido uma dor de cabeça no Flamengo. O time carioca sofreu 29 gols em 20 partidas pela Série A do Campeonato Brasileiro – oito apenas nas duas últimas partidas do torneio, nas derrotas por 4 a 1 para o São Paulo e 4 a 0 para o Atlético-MG. Somente o Goiás, que é o último colocado, foi mais vazado que o Rubro-Negro, que ocupa o terceiro lugar.

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“Só amanhã [quarta-feira, dia 11] é que vamos poder responder, mas acho que erro defensivo é fruto de [erros de] sistema de jogo. A crítica existe a um determinado jogador ou outro, principalmente zagueiros, goleiros, enfim. Quando se tem um número elevado de gols sofridos, temos que tentar ajustar, com a colaboração de todos. Aqui a gente vem para gerar ideias e colocar situações para os atletas. São eles que vão resolver dentro de campo”, avaliou o técnico, já projetando a possível estreia no comando do Rubro-Negro, diante do São Paulo, às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Ceni é o substituto do catalão Domènec Torrent, demitido após a goleada sofrida para o Atlético-MG no último domingo (8). O ex-goleiro deixou o comando do Fortaleza após cerca de três temporadas no clube – com uma rápida passagem pelo Cruzeiro no período. Pelo Leão do Pici, foi bicampeão cearense e conquistou os títulos da Copa do Nordeste e da Série B do Brasileirão, com 60% de aproveitamento em 153 jogos.

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“Primeiro, sou muito agradecido ao Fortaleza. Eu sei que o torcedor fica triste e eu, logicamente, deixo parte do meu coração em Fortaleza. Mas acho que ele compreende o tamanho do desafio. Um convite do Flamengo, no momento que o Flamengo vive, é difícil de recusar”, disse o treinador, que revelou ter contatado o ex-jogador Zico, maior ídolo rubro-negro, antes de assumir o cargo.

“Esse é meu 30º ano trabalhando com futebol. Já enfrentei muitas vezes o Flamengo. Vi Maracanã com casa cheia, vi Zico, Júnior, e tantos craques da história do Flamengo. Até mandei uma mensagem ao Zico antes de chegar aqui, se ele me permitia a entrada. É um cara por quem tenho um fanatismo grande, talvez pela relação com as faltas. É um ícone do futebol brasileiro, um cara único. Ele me respondeu do Japão. Então, eu me sinto com permissão de sentar nessa cadeira”, declarou Ceni, que assinou contrato até dezembro do ano que vem.

Confira a classificação da Série A do Campeonato Brasileiro aqui.

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