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Polícia

Associação criminosa de Mato Grosso é presa na Paraíba em trabalho integrado

Publicado

Assessoria | PJC-MT

Uma associação criminosa que adotava diferentes endereços pelo País para cometimentos de crimes patrimoniais foi presa em João Pessoa (PB) após trabalho integrado investigativo entra as Polícias Civis de Mato Grosso e Paraíba.

Três dos cinco detidos na manhã desta sexta-feira (26) são de Mato Grosso e possuem histórico de delitos patrimoniais no Estado. Os suspeitos Alexandre Cosso Meza, 28, Everton Aparecido de Almeida Silva, 30, Cleverson Almeida da Costa, 27, são alvo de investigações em andamento pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), referente a furtos e arrombamentos a agências bancárias.

Na Paraíba, a força-tarefa recebeu a informação da GCCO de que os suspeitos teriam se deslocado a João Pessoa para furtar agências bancárias.

O delegado titular da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de João Pessoa (PB), Wagner Dorta, destaca a importância da ação em conjunto entre as polícias para o êxito nas prisões dos suspeitos. 

“A Polícia Civil de Mato Grosso nos prestou apoio substancial que auxiliou a clarear um trabalho robusto que estava em andamento em nossa unidade. Estávamos apurando delitos realizados pelo grupo, não apenas na região metropolitana como também no sertão paraibano”, destaca.

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Ainda segundo o delegado, em contato com a Polícia Civil de outros Estados constatou-se suspeita que o grupo pode estar ligado a crimes em Estados como Rio Grande do Norte, Bahia, Pernambuco e Paraná.

Além dos três presos de Mato Grosso, outros dois suspeitos também foram detidos: Rodrigo de Pádua Paulino do Nascimento, 25, Igor Giovani Soares, 27.

Os suspeitos foram surpreendidos na manhã desta sexta-feira (26) quando retornaram a um apartamento que alugaram na Capital paraibana, próximo a um shopping. Mais cedo, eles haviam entrado em uma farmácia com objetivo de furtar um caixa eletrônico. No entanto, o terminal de autoatendimento havia sido retirado do local há apenas dois dias. Os criminosos foram presos com dinheiro em espécie e ferramentas utilizadas nos arrombamentos.

Conduzidos à delegacia os cinco criminosos foram autuados em flagrante por furto qualificado e associação criminosa.

Apoio

Outras unidades integraram a força tarefa incluindo a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) de Mato Grosso.

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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