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Assistente de palco do Datena posa de lingerie: “Eu não dou moral pra ninguém”

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Letícia Daniela, que ganhou espaço na mídia por ser a assistente de palco do Datena, realizou um ensaio fotográfico destinado a uma campanha para uma marca de lingerie
. Com direito a muita sensualidade, a loira exibiu as curvas e fez a temperatura subir.


Assistente de palco do Datena posou sensual e fez a temperatura subir ao exibir curvas cobertas apenas por lingerie
Alex Cerqueira / MF Press Global

Assistente de palco do Datena posou sensual e fez a temperatura subir ao exibir curvas cobertas apenas por lingerie

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O programa “Agora é Domingo”, apresentado por José Luiz Datena, tem conquistado o público desde que estreou na Band, em abril deste ano. Além de ser um marco por trazer uma imagem forte do jornalismo como Datena direto para o entretenimento, o programa conta com uma carta na manga, a assistente de palco do Datena
, Letícia Daniela.

Durante o ensaio sexy
em que foi clicada apenas de lingerie, Letícia manteve um olhar fatal em sintonia com a câmera e mostrou, sem timidez, seus atributos. 

Assistente de palco do Datena fala sobre flertes e reputação


Assistente de palco do Datena esbanjou sensualidade em ensaio de lingerie
Alex Cerqueira / MF Press Global

Assistente de palco do Datena esbanjou sensualidade em ensaio de lingerie

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De acordo com a assistente de palco, alguns famosos já demonstraram interesse na jovem. Entretanto, Letícia declarou que a postura profissional vale mais: “Sou profissional. Eu não dou moral pra ninguém. Pra mim não importa se é famoso ou rico. Eu tenho que admirar a pessoa e o que me chama a atenção é a humildade. Não gosto de homens que se acham superiores, que se acham demais. Isso com certeza não me conquista”, a assistente disparou.

Além disso, Letícia Daniela também expôs seu ponto de vista em relação aos flertes, e como lida com eles: “Eu sou muito simpática com todas as pessoas, sem distinção, mas isso não quer dizer que estou dando abertura ou condição”.


Assistente de palco do Datena falou sobre flertes e a postura profissional diante das investidas dos famosos
Alex Cerqueira / MF Press Global

Assistente de palco do Datena falou sobre flertes e a postura profissional diante das investidas dos famosos

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A assistente de palco do Datena
demonstrou, apesar de toda a ousadia em exibir o corpo num ensaio sexy, que sua conduta profissional é sua prioridade, além do desejo de ser respeitada:  “Reputação é tudo. O fato de eu não dar moral, além de ser porque talvez a pessoa não me interesse, também é porque quero ser respeitada e valorizada”, declarou. “Já existe um certo preconceito com quem está na televisão, então tenho que manter a postura”, pontuou.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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