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Cultura

Assinatura de contrato garante reabertura e manutenção de museus na capital

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Termos de colaboração foram celebrados para reabertura do Museu de Arte Sacra e manutenção do Museu Casa Dom Aquino.

Assessoria SEC/MT

A reabertura do Museu de Arte Sacra de Mato Grosso e a manutenção do Museu de História Natural Casa Dom Aquino foram formalizadas nesta quinta-feira (11.10) com a assinatura dos contratos de gestão dos respectivos museus pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura.

Para o Museu de Arte Sacra, a Secretaria de Estado de Cultura firmou o termo de colaboração de vigência de cinco anos com a Organização da Sociedade Civil (OSC) Associação dos Produtores Culturais de Mato Grosso, no valor total de R$ 2.880 milhões. Com o primeiro repasse de R$144 mil a ser realizado em até 10 dias após a assinatura, a OSC iniciará as ações imediatas para a reabertura do museu.

Segundo Viviene Lozi, diretora e presidente da OSC responsável pelo Museu de Arte Sacra, com esse primeiro repasse serão realizadas as reformas iniciais e adequações de acessibilidade para que o prédio tenha condições de receber a população.  Ao mesmo tempo será feito também o inventário do acervo, catalogando todas as peças disponíveis no espaço.

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A assinatura do termo de colaboração possibilitou que a OSC  participe de alguns editais que irão complementar o recurso a ser disponibilizado pelo Governo do Estado. “Já tomamos conhecimento de editais como o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) e do BNDES. Vamos tentar outras formas para ajudar no processo da gestão do espaço”, ressaltou Viviene Lozi.

O termo de colaboração para gestão e preservação do Museu de História Natural Casa Dom Aquino foi celebrado com o Instituto ECCOS, no valor total de R$ 4.560 milhões, também pelo prazo de cinco anos.  Como o museu já está aberto, a primeira parcela do recurso, no valor de R$ 192 mil, vai assegurar a solução de problemas estruturais no espaço e a plena execução das atividades.

“O aporte inicial vai possibilitar um leque de programação no espaço, tanto enquanto museu como enquanto ponto de cultura. Agradecemos a oportunidade de continuarmos a trabalhar e reconhecemos o esforço do Governo do Estado e da Secretaria de Estado de Cultura para que o museu continue de portas abertas ao público”, expressou Cleide Arruda, presidente do Instituto ECCOS, no ato de assinatura.

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Para o Secretário de Estado de Cultura, Gilberto Nasser, a assinatura dos termos de colaboração com as duas OSCs são consideradas uma meta de sua gestão. Há pouco mais de seis meses à frente da pasta de cultura, o secretário agradeceu a paciência dos envolvidos e comparou o acontecimento à realização de um sonho dele e de toda a sociedade.

“Reiteramos a alegria imensa que sentimos em poder realizar isso pra comunidade. Tenho certeza que essas OSCs  vão oferecer um excelente trabalho de gestão nesses dois espaços de museu para que a comunidade possa vivenciar a cultura em nossa capital”, finalizou Nasser.

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Cultura

Estado rompe contrato polêmico com orquestra de ex-secretário maestro; R$ 1,6 Milhão por ano.

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A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) rompeu o contrato mantido com a Orquestra do Estado de Mato Grosso. Os valores repassados à orquestra, em torno de R$ 1,6 milhão ao ano, foram questionados durante toda gestão Pedro Taques (PSDB) por destoarem daqueles investidos em outros grupos culturais. A SEC entendia a orquestra como um equipamento de cultura, similar ao Cine Teatro Cuiabá, tendo assinado o contrato em 08 de setembro de 2014.

O rompimento do contrato consta no Diário Oficial, que circulou na última terça-feira (13) e é assinado pelo secretário Gilberto Nasser e pelo presidente da associação, Paulo Cesar Santos Rühling.

Nasser assumiu a SEC em abril deste ano depois de uma rápida passagem do Kleber Lima pela pasta. Antes disso, o maestro Leandro Carvalho, fundador e principal regente da OEMT, foi secretário entre janeiro de 2015 e dezembro de 2017.

O contrato polêmico

Em abril deste ano, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu a suspensão do contrato do Governo com a orquestra do Estado de Mato Grosso. O nome, aliás, que remete a algo público, não tem nada de público. A orquestra é privada e o maestro Leandro Carvalho, ex-secretário de Cultura de MT, é um dos diretores.

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Enquanto secretário, Carvalho deixou a direção da orquestra, mas, segundo o MP, foi uma ação de fachada, para permitir os repasses do Estado.

 denunciou o esquema antes de o secretário deixar a pasta. Dados do Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado (Fiplan) mostram que o então secretário realizou os dois repasses nos dias 6 e 13 de dezembro passado poucos dias antes de deixar o comando da pasta, que comandou até o dia 22 de dezembro (veja aqui a denúncia).

Por: RepórterMT

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