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Política

Assembleia recebe revisão do PPA 2016 -2019 com inclusão de novas ações

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Foto: Fablício Rodrigues

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Secretaria de Comunicação Social

O governo do estado encaminhou à Assembleia Legislativa a Mensagem nº 89/2018 ( http://www.al.mt.gov.br/proposicao ), com a devida revisão, no que dispõe sobre o Plano Plurianual (PPA) referente ao quadriênio 2016-2019. O PPA 2016-2019 organiza a atuação governamental em programas e ações, orientados para o alcance das ações estratégicas de governo, definidas para o período de sua vigência, as quais se encontram expressas na dimensão estratégica da peça.

Conforme a Consultoria Técnico-Jurídica da Mesa Diretora, o Regimento Interno da Casa prevê que até o dia 30 de setembro o PPA seja protocolizado na ALMT, e o processo de revisão da matéria se inicia tão logo a pauta é entregue no Parlamento. A partir desta segunda-feira (15/10), cada parlamentar inicia os estudos da matéria, pré-definida pela Lei 10.340/2015, que institui previamente as ações públicas entre os quatro anos subsequentes.

Consta no art. 3º da  referida lei que o PPA 2016-2019 terá como eixos fundamentais: I – viver bem; II – educar para transformar e emancipar o cidadão; III – cidades para viver bem: municípios sustentáveis; IV – Estado parceiro e empreendedor; V – gestão eficiente, transparente e integrada.

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No art. 4º , fica estabelecido que "a dimensão estratégica do Plano Plurianual 2016-2019 compreenderá os seguintes elementos: I – eixo estratégico: elemento agregador das políticas públicas desenvolvidas pelo Estado que tem como função nortear a organização e priorização de programas e ações governamentais, em razão de resultados estratégicos comuns; II – diretriz: representa os objetivos constantes da orientação estratégica de Governo, expressando os resultados estratégicos perseguidos em cada eixo e orientando a elaboração dos programas; III – resultado estratégico: expressa as diretrizes em termos numéricos, mensurando, por intermédio de indicadores, os resultados a serem alcançados pelo Governo nos diversos eixos de atuação; IV – órgãos participantes do resultado: identifica as unidades…" 

Com a revisão, em síntese, o PPA propõe a inclusão de novas ações, e ainda, a exclusão de quatro medidas, além de promover alterações pontuais nos atributos de sete ações.

Foram incluídas ações nos seguintes programas: Pacto pela Segurança: Mato Grosso mais Seguro; de Produção da Agricultura Familiar; programa Estadual de Articulação Política; Fortalecimento da Política Cultural; e melhorar a qualidade da prestação dos serviços do Detran referente à Educação no Trânsito.

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Política

Secretário vê risco em reabrir escolas e afirma que neta estudante foi infectada

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Andhressa Barboza/ rdnews

O retorno das aulas presenciais em Mato Grosso não deve ocorrer em breve. Com risco alto de contaminação pela Covid-19, as escolas são locais críticos para espalhar o vírus e preocupa autoridades como o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Ele relata ter visto toda sua família ser infectada após sua neta de apenas 4 anos, que estava frequentando a escola, ficar doente e acabar contaminado parentes próximos.

Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada

Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Ele contou o caso, que é recente, após ser questionado sobre um Projeto de Lei que tramita na Assembleia que prevê a inclusão das instituições de ensino públicas e privadas na lista de serviços essenciais.

“Eu tenho muita dúvida com relação a isso. Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada. Então, tenho muita dúvida com relação ao retorno das aulas”, alertou.

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Na última semana, o governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que não deve sancionar o projeto que já passou em primeira votação pela AL. Ele também alertou, sem citar o caso de Carvalho, que crianças podem ser infectadas e contaminar parentes.

“Você pega uma escola estadual como a presidente Médici, tem 2 ou 3 mil alunos uma escola dessa. Como vamos fazer? Temos que avaliar cientificamente e eu não gostaria de dar a minha opinião, até pelo que aconteceu com a minha família, mas é uma situação que vamos avaliar com muito carinho”, ponderou Mauro Carvalho.

Em relação ao PL, o secretário preferiu não ser direto em defender uma postura contrária. Mas quis deixar evidente o risco de abrir escolas em um momento crítico para a saúde pública que está em colapso há mais de um mês. Já são mais de 8,4 mil mortos pela doença no Estado e, diariamente, a fila de espera de pessoas graves que aguardam vaga em UTI passa de 100 pessoas.

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“Eu não conversei com o governador sobre essa situação (do PL), mas isso merece um estudo bem aprofundado para que a gente não cometa nenhum ato que vá prejudicar as pessoas. Os critérios precisam ser pensados com muito equilíbrio”, concluiu.

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