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As maiores polêmicas da passagem de Roger Waters pelo Brasil

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A passagem de Roger Waters no Brasil foi recheada de polêmicas desde seu primeiro show, dia 9 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo, quando ele fez inúmeros protestos políticos. Em seu último show, na noite da última terça-feira (30), no Beira-Rio, Porto Alegre, o cantor repetiu a dose e protestou contra Jair Bolsonaro
, o que causou muita polêmica (mais uma vez).

Leia também: Roger Waters chama Bolsonaro de fascista e é vaiado durante show em São Paulo


Passagem de Roger Waters no Brasil é marcada por polêmicas
Reprodução/Instagram

Passagem de Roger Waters no Brasil é marcada por polêmicas

Pensando nisso, listamos abaixo alguns dos momentos mais polêmicos da passagem de Roger Waters no Brasil
durante seus shows em São Paulo, no Rio, Curitiba e Porto Alegre.

Roger Waters no Brasil protesta contra Bolsonaro


Shows de Roger Waters no  Brasil são marcados por protestos políticos
Reprodução/Twitter

Shows de Roger Waters no Brasil são marcados por protestos políticos

Em seus shows, Roger Waters atacou Bolsonaro de todas as formas. Além de exibir a frase “Ele não”, adotada por eleitores contrários ao político, o cantor colocou o nome do Presidente eleito em uma lista de nomes “fascistas”, sendo vaiado e aplaudido. Nos shows seguintes, ele censurou o nome de Jair Bolsonado com um tarja. 

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Show investigado


Show de Roger Waters no Brasil é investigado
Reprodução/Instagram

Show de Roger Waters no Brasil é investigado

Por conta disso dessa onda de protestos, o TSE, Tribunal Superior Eleitoral, aceitou uma ação apresentada pela campanha de Jair Bolsonaro contra Fernando Haddad, a respeito dos shows. A produtora T4F Entretenimento e o ex-candidato petista foram acusados de realizarem propaganda eleitoral irregular.

Pouco tempo depois, Jorge Mussi, do TSE, descartou a ação movida pela campanha do Presidente eleito em que ele pedia acassação dos direitos políticos do candidato derrotado Fernando Haddad e sua vice, Manuela D’Ávila (PCdoB).

Leia também: Ministro da Cultura diz que Roger Waters fez campanha contra Bolsonaro em shows

Campanha ilegal e Caixa 2


Roger Waters no Brasil fez diversos protestos contra Bolsonaro
Reprodução/Twitter

Roger Waters no Brasil fez diversos protestos contra Bolsonaro

Em sua conta no Twitter, o Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, disse que o ex-Pink Floyd
recebeu R$ 90 milhões para “fazer campanha eleitoral” contra o candidato à Presidência pelo (PSL).

Segundo o Ministro da Cultura, o músico fez “campanha ilegal e caixa 2” pela sequência de manifestações contra Bolsonaro no segundo turno das Eleições 2018. 

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Protesto antes da proibição legal


Roger Waters no Brasil fez protesto antes de proibição legal
Reprodução/Twitter

Roger Waters no Brasil fez protesto antes de proibição legal

Durante show realizado em Curitiba um dia antes das eleições, Roger Waters também protestou e exibiu o “Ele Não” mais uma vez. Para cumprir a legislação eleitoral brasileira, pouco antes das 22h, as luzes do Estádio Major Antônio Couto Pereira se apagaram e, apareceu no telão atrás de Roger Waters: “Essa é a nossa última chance de resistir ao fascismo antes de domingo. Ele Não”. Depois disso, a mensagem no telão dizia: “São 10h. Obedeçam a Lei”. 

Leia também: Roger Waters volta a protestar contra Bolsonaro pouco antes de proibição legal

Roger Waters e Lula


Durante passagem de Roger Waters no Brasil, músico pede para visitar Lula na cadeia
Reprodução/Instagram/ Fernando Frazão/Agência Brasil – 6.6.16

Durante passagem de Roger Waters no Brasil, músico pede para visitar Lula na cadeia

A passagem de Roger Waters no Brasil
também ficou marcada pelo fato do ex-Pink Floyd pedir pra visitar o ex-Presidente Lula na prisão. De acordo com informações, os advogados do músico entraram com um pedido na Justiça para que o músico conseguisse  conhecer o ex-político na superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde Lula está preso desde abril.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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