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Arsec deverá recalcular tarifa de ônibus e medida adia lançamento de licitação

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Com lançamento previsto para o dia 10 de abril, a licitação para o transporte público de Cuiabá foi adiada. A mudança ocorre em função de uma decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que julgou procedente a medida cautelar que mantém a redução da tarifa em R$ 3,85, invalidando os estudos de viabilidade econômica do edital, calculados sobre o valor de R$ 4.10.

O reajuste, de R$ 0,25, havia sido estabelecido em 2018 pela Agência Municipal de Regulação de Serviços Delegados de Cuiabá (Arsec), que deverá refazer os cálculos e apresentá-los ao Tribunal em até 15 dias. O prazo passou a valer a partir da publicação da decisão, na terça-feira (2), depois de ter sido anunciada pelo conselheiro substituo Luiz Carlos Pereira.

De acordo com o titular da Semob, Antenor Figueiredo, a definição do reajuste impacta diretamente no lançamento do processo licitatório, uma vez que isso reflete na contabilidade de investimento do licitante. Diante disso, a Pasta aguarda o posicionamento do órgão para que o trâmite seja readequado a um novo valor, ou para que sejam mantidas as estimativas originais. 

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A assinatura para a abertura do processo licitatório deve permanecer no calendário de comemorações do aniversário da Capital, que se estende até o mês de maio, mudando apenas de data. “É uma situação que nos preocupa, já que esse lançamento é, há muito tempo, aguardado pelos cuiabanos. Contudo, seria uma irresponsabilidade de nossa parte assiná-lo sem antes ter conhecimento da determinação do TCE”.

Antenor reforça que a licitação é um dos principais compromissos de gestão do prefeito Emanuel Pinheiro e será mais um importante passo no planejamento de modernização do transporte público. “Começamos com as estações Alencastro e Ipiranga, os contêineres e também com a chegada dos ônibus articulados. No caso do edital já está tudo pronto, assim que houver a definição, será lançado”, concluiu.

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UFMT aponta bairros que apresentam casos de Covid-19 em Cuiabá

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O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Um estudo realizado pelo departamento de geografia da Universidade Federal de Mato Grosso traz o levantamento dos casos confirmados de coronavírus na capital e aponta os bairros de incidência. O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Os outros bairros que estão no mapa e apresentam casos são: Paiaguás, Morada da Serra, Morada do Ouro, Bela Vista, Santa Cruz, Jardim Imperial, Boa Esperança, Santa Cruz, Jardim Leblon, Bandeirantes, Quilombo, Duque de Caxias, Santa Rosa e Centro-sul.

De acordo com o levantamento, a distribuição espacial da Covid-19 em Cuiabá repete o padrão de difusão vistos em outras grandes cidades do país: o vírus chega pelas pessoas que estiveram em viagem a outros países ou a outros estados brasileiros, e é transmitido aos familiares e amigos que convivem com os infectados.

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Segundo o estudo, que é em parceria com Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, no município, como em outras localidades, a doença ainda tem atingido populações de áreas com renda média ou alta.

Há a preocupação de que o vírus passe a circular entre as pessoas de áreas socialmente desfavorecidas, onde muitas vezes o convívio, mesmo em período de isolamento social, é muito mais próximo devido a alta densidade demográfica destas localidades.

Segundo o estudo, em bairros de classe média, normalmente as casas são mais afastadas, com cômodos que permitem o isolamento da pessoa doente. Em muitas residências de áreas pobres não há cômodos que permitam o isolamento completo, o que facilita o contágio por parte daquelas pessoas residentes no mesmo local.

O levantamento mostra que na capital do estado há um crescimento médio diário de 25% do número de casos. O número passou de 5 para 25 casos em apenas 10 dias.No dia 31 de março eram 16 bairros com casos na cidade, e a maior parte das pessoas doentes não sabiam informar o contato de origem, ou seja, onde foi infectado. Esses casos são caracterizados como transmissão comunitária.

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