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Arquidiocese de Cuiabá anuncia cancelamento do 35ª Vinde e Vede

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A Arquidiocese de Cuiabá anunciou por meio de nota, o cancelamento do 35º Vinde e Vede, previsto para acontecer em 2021 em função da pandemia do coronavírus. No comunicado, assinado pelo Arcebispo Metropolitano Dom Milton Santos, a justificativa para a não realização do evento são as previsões científicas de que o próximo ano se iniciará ainda sob efeitos da referida pandemia.

VINDE E VEDE 2020

O texto ressalta que o ano de 2020 foi uma surpresa com o recebimento de notícias trágicas e alarmantes sobre o fácil contágio do coronavírus,  mas que a Arquidiocese de Cuiabá  adotou medidas de prevenção em consonância com os decretos municipais e estaduais.

Um dos motivos que inviabilizaram a realização da edição do evento em 2021 é o tempo de planejamento, que segundo as informações, demandam preparação e exigem a proximidade dos envolvidos com, pelo menos, oito meses de antecedência. “O Vinde & Vede empenha a Arquidiocese toda com as suas Paróquias com enormes esforços, idealismo pastoral. A dedicação de horas e horas de planejamentos, avaliações, previsões de todo tipo”, diz trecho.
Outro fator que colaborou com o cancelamento  é o fato dos parceiros da Arquidiocese no evento, como Polícia Militar, Bombeiros e agentes de trânsito, estarem envolvidos em questões relacionadas ao combate à pandemia.

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O 34º Vinde e Vede foi realizado nos dias 22 a 25 de fevereiro de 2020 e reuniu cerca de 150 mil pessoas nos quatro dias de evento.

Por: Hipernoticia

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Vendas de veículos novos caem 26% em 2020 e setor tem pior resultado desde 2016

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Foram emplacados 2,05 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Pandemia do coronavírus interrompeu sequência de crescimento, mas Fenabrave prevê alta de 16% em 2021.

As vendas de veículos novos caíram 26,16% em 2020, segundo resultados divulgados nesta terça-feira (5) pela Fenabrave, a associação dos concessionários. Foi a primeira queda nas vendas em 4 anos e o maior tombo anual desde 2015, reflexo da pandemia do coronavírus.

Foram emplacados 2.058.315 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Como comparação, em 2019 foram 2.787.618. Em 2016, foram 2.050.240 unidades.

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a queda em 2020 foi menor que a esperada e o resultado só não foi melhor pelos problemas com falta de peças e componentes enfrentado pelas fabricantes.

“Os principais fatores que influenciaram nessa melhora, principalmente a partir do segundo semestre, foram a manutenção da taxa de juros, em um patamar baixo e o Auxílio Emergencial, oferecido pelo Governo Federal, que colaboraram para o aquecimento do comércio e para a baixa inadimplência”, disse Alarico.

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Vendas de veículos novos no Brasil — Foto: Economia G1

Com o retorno pleno do funcionamento das atividades econômicas, dezembro registrou as maiores vendas do ano, com 194.679 veículos vendidos e crescimento de 8,43%. O melhor número anterior havia sido em novembro, com 177.561 unidades.

O presidente da associação também aponta para a falta de disponibilidade de veículos no mercado, como reflexo da pandemia. Para ele, por isso, a recuperação “não foi suficiente para superar os resultados do último trimestre de 2019”.

Previsões para 2021

 

A entidade espera um crescimento gradual das vendas para este ano, projetando uma alta de 16% para automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, sobre os resultados de 2020. As previsões se baseiam na expectativa de crescimento do PIB e na retomada da economia.

“Esperamos poder recuperar, aos poucos, o mercado, mas ainda há incertezas e fatos que podem repercutir nas nossas projeções”, aponta Alarico Assumpção Júnior.

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