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Ariana Grande supera grupo de K-Pop e bate recordes com clipe de Thank U, Next

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Ariana Grande quebrou a internet na última sexta-feira (30) ao lançar o clipe da sua nova música de trabalho,
Thank U, Next

, inspirada nos clássicos filmes ” Meninas Malvadas “, “Legalmente Loira”, ” De repente 30 ” e “As Apimentadas”. O clipe atingiu 46 milhões de visualizações no YouTube após 22 horas lançado, superando Idol
, do grupo de K-Pop
BTS, lançado em agosto e que tinha 45,9 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas.

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Ariana Grande supera grupo de K-Pop e tem clipe mais visto em 24 horas de toda história do YouTube
Reprodução/Youtube

Ariana Grande supera grupo de K-Pop e tem clipe mais visto em 24 horas de toda história do YouTube

Porém, o número final após o novo clipe de Ariana Grande
está no ar é de 50,3 milhões de vizualizações na plataforma, segundo o site da revista americana Variety
. A cantora também bateu outros recordes, com o número de mais pessoas esperando pelo lançamento, com 829 mil fãs online aguardando a publicação e mais de 516 mil messagens no chat do YouTube durante o seu lançamento. 

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Ariana Grande lança clipe de Thank U, Next, inspirado nos clássicos
Reprodução/Youtube

Ariana Grande lança clipe de Thank U, Next, inspirado nos clássicos “Meninas Malvadas”, “Legalmente Loira”, “De repente 30” e “As Apimentadas”

O ator Jonathan Bennet, o Aaron Samuels, de “Meninas Malvadas” e Kris Jenner, do clã Kardashian-Jenner, fizeram participação no seu novo clipe com a música que falava sobre seus relacionamentos, citando o rapper Big Sean e o dançarino Ricky Alvarez, além do comediante Pete Davidson, de quem se separou em outubro após quatro meses de noivado. 

Na faixa, a cantora também se diz “grata” a Pete e também agradece o rapper Mac Miller, que morreu em setembro aos 26 anos.

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O último trabalho de  Ariana Grande
havia sido o lançamento do seu quarto álbum, o “Sweetener”, que tem músicas como  God Is A Woman
The Light Is Coming 
No Tears Left To Cry

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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