conecte-se conosco


Tecnologia

Apple irá lançar cinco modelos de iPhone durante 2020, diz analista

Publicado

source

Olhar Digital

Segundo um relatório publicado pelo analista chinês Guo Minghao, a Apple irá lançar nada menos do que cinco modelos de iPhone neste ano (não contando variações na quantidade de memória interna), todos compatíveis com redes 5G .

O caçula da família será um aparelho de baixo custo com tela LCD de 4,7” e design similar ao do iPhone 8 , que por enquanto está sendo chamado de iPhone 9 . A ele se juntariam 4 modelos com tela OLED e design similar ao do atual iPhone 11 , com telas de 5,4”, 6,1”, e 6,7 polegadas.

Reprodução

Além da diferença no tamanho das telas, estes modelos também teriam diferença nas câmeras: o de 5,4” teria duas câmeras traseiras, o de 6,1” teria versões com duas ou três câmeras traseiras e o de 6,7” teria três câmeras traseiras. Comparando com a linha atual, isso significa que teríamos dois iPhone 12 (5,4” e 6,1”, dual cam), um 12 Pro (6,1”, triple cam) e um 12 Pro Max (6,7”, triple cam).

Leia mais:  Com quatro câmeras, Samsung Galaxy A30s chega ao Brasil

Leia também: Imagem do próximo celular dobrável da Samsung vaza na internet

Todos os aparelhos seriam compatíveis com redes 5G, tanto nas frequências Sub-6GHz quanto Milimeter Wave (mmWave). Graças ao suporte a 5G, Guo espera que a Apple venda de 80 a 85 milhões de unidades dos novos iPhones em 2020, um aumento de 6% a 13% no volume em relação a 2019.

Fonte: Gizchina

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
publicidade

Tecnologia

CEO do Google quer que inteligência artificial seja regulamentada

Publicado

por

source

Olhar Digital

Google arrow-options
Reprodução

Sundar Pichai pede regulamentação da inteligência artificial


Sundar Pichai , CEO da Alphabet e do Google , solicitou novas regulamentações no mundo da inteligência artificial , destacando os perigos da tecnologia, como reconhecimento facial e deepfakes , enfatizando que qualquer legislação deve equilibrar “danos potenciais com oportunidades sociais”.

“Não há dúvidas de que a inteligência artificial precisa ser regulamentada. É muito importante fazer isso”, escreveu Pichai em um editorial no The Financial Times . Mesmo assim, deixou uma pergunta no ar: “Como lidar com isso?”.

Leia também: O que é Deepfake? Saiba como funciona e porque tecnologia pode afetar a política

Embora Pichai diga que um novo regulamento é necessário, ele também defende uma abordagem cautelosa, que pode não ter muitos controles significativos sobre a inteligência artificial . Ele observou que “novas regras apropriadas” devem ser introduzidas para alguns produtos, como carros autônomos. Mas em outras áreas, como atendimento médico, as estruturas existentes podem ser expandidas para abranger produtos assistidos por IA.

Leia mais:  Apple, Xiaomi e Huawei: veja quem ganha na disputa de câmeras

Ele acrescentou ainda que a IA “pode aumentar o conhecimento, o sucesso, a saúde e a felicidade das pessoas”. Contudo, alertou que “a história está cheia de exemplos de como as virtudes da tecnologia não são garantidas”.

Leia também: Google é acusado de roubar tecnologia já patenteada

“Empresas como a nossa não podem simplesmente construir novas tecnologias promissoras e deixar as forças do mercado decidirem como serão usadas”, disse Pichai. “É igualmente importante para nós garantirmos que a tecnologia seja usada para o bem e esteja disponível para todos”.

Atualmente, os Estados Unidos e a União Europeia têm planos diferentes para uma regulamentação da IA. Enquanto os EUA defendem uma regulamentação leve que evite “alcance excessivo” para incentivar a inovação, a UE considera uma intervenção mais direta, como a proibição por cinco anos do reconhecimento facial .

Leia também: Não é só multa: entenda o que acontece com as empresas que não cumprirem a LGPD

O editorial de Pichai também levantou questões não resolvidas sobre a vanguarda da abordagem do Google para a regulamentação da inteligência artificial . Por exemplo, o CEO salienta que os princípios internos da companhia proíbem certos usos da tecnologia, “como apoiar a vigilância em massa ou violar os direitos humanos”. Devido a essas preocupações, o Google não vende tecnologia de reconhecimento facial.

Leia mais:  Máquina assassina? Alexa pede para mulher se matar com facadas no coração

Por fim, o Google , como os reguladores do governo, deve equilibrar a promessa e a ameaça das tecnologias de inteligência artificial .

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana