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Política

Após dez dias internado, general Villas Bôas recebe alta hospitalar

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O assessor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República general Eduardo Villas Bôas teve alta hospitalar, neste sábado (12). Villas Bôas tem uma doença neuromotora de caráter degenerativo chamada de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

“O general Villas Bôas recebeu alta hospitalar do Hospital Sírio Libanês, em Brasília, com resolução do quadro respiratório que provocou sua internação”, informa nota divulgada pelo GSI.

Sessão Especial em homenagem ao general Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército e atual assessor do GSI do Palácio do Planalto

General Eduardo Villas Bôas, durante sessão especial em sua homenagem, no Senado Federal, em agosto – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Ele foi internado no dia 2 de outubro, em Brasília, para a realização de uma broncoscopia – espécie de endoscopia que é feita para se obter imagens do aparelho respiratório. Quatro dias depois, em 6 de outubro, após uma piora em seu quadro clínico, o general foi transferido do Hospital das Forças Armadas para o Sírio Libanês, ambos em Brasília.

Ainda de acordo com a nota, as visitas continuam restritas: “Encontra-se em sua residência e continua com visitas restritas a familiares.”.

A nota informa ainda que a família do general agradece “a dedicação e o empenho” das equipes médicas que o atenderam em ambos os hospitais.

Edição: Denise Griesinger

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Política

Emanuel descarta sair agora, cita força do voto e pede espaço

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Em meio a rumores sobre uma possível saída do MDB, o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) garantiu que continuará na sigla, “no momento”, apesar dos desgastes com parte dos correligionários.

Durante a campanha eleitoral, Emanuel disse ter se sentido “abandonado” politicamente ao não ter em seu palanque nomes de peso da sigla. Com isso, boatos sobre uma possível debandada começaram a circular.

Apesar da ausência de apoio, Emanuel avaliou que saiu fortalecido das urnas e que se reunirá em breve com emedebistas para pedir mais “espaço”.

“Não passa pela minha cabeça, no momento [sair da sigla]. O MDB tem que reavaliar o resultado das urnas. Ver quem saiu fortalecido para poder redesenhar o quadro político partidário no Estado, e as forças que realmente são lideranças políticas. Essa avaliação é partidária, deve ser liderada pela executiva regional avaliando todo Estado”, afirmou.

“É preciso analisar quem saiu maior, quem saiu menor e redesenhar essa ocupação de liderança internamente dentro do partido, para não cometer um erro crasso que a maioria das legendas comete. Por isso que ficam tão destoadas do sentimento popular”, emendou.

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A declaração de Emanuel ocorre em meio a um desgaste interno vivenciado por ele no MDB. Na quinta-feira (3), os 23 prefeitos eleitos pela sigla se reuniram com o governador Mauro Mendes (DEM) no Palácio Paiaguás, sem a presença de Emanuel. Ele justificou a falta de apoio do partido e a submissão de alguns ao governador – seu inimigo político.

Se de um lado Emanuel estava magoado com a sigla, do outro os emedebistas também não o perdoaram. O presidente do MDB em Mato Grosso, deputado federal Carlos Bezerra, classificou como “erro” a atitude do Emanuel, e chegou a convidar Mendes para integrar a sigla.

 

Mendes no MDB?

Na opinião do prefeito, o convite foi feito no calor do momento. Emanuel pondera que Mendes foi um dos derrotados nas urnas em Cuiabá, posto que apoiou no primeiro turno das eleições o candidato Roberto França (Patriota) e no segundo Abílio Júnior (Podemos).

Além disso, conforme o prefeito, o convite pode ter causado uma animosidade entre o DEM e o MDB, que são aliados no âmbito estadual.

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“É preciso ver o peso do governador nas eleições. O governador saiu grande das urnas? O partido saiu grande nas urnas? Pese primeiro quem são essas lideranças que saíram maior do que quando entraram. É preciso redesenhar o mapa político do partido”.

“Quem realmente tem representatividade, quem tem voto, quem tem força para poder representar a bandeira do MDB, que é uma grande bandeira. E não se precipitar com convites como esse, que além de indelicados, não representam o resultado das urnas”, afirmou.

 

 

 

fonte: MidiaNews

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