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Após apuração das urnas, famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro

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Neste domingo (28) Jair Bolsonaro, candidato do PSL à presidência da república, foi eleito com 55,1% dos votos válidos. A vitória do político militarista desencadeou por toda a extensão territorial protestos de oposição ao resultado das urnas. Fora do Brasil, alguns famosos internacionais se manifestaram contra também.

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famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro
Divulgação

famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro

Ao decorrer das horas, os famosos internacionais se manifestaram
sua indignação com o resultado das eleições 2018 e a vitória do candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Entre os nomes que se posicionaram estão lendas do show-business, como Cher e Tom Morello.

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  • Lauren Jauregui

famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro
Divulgação

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Entre as estrelas gringas que participaram deste ato globalizado, Lauren Jauregui é um dos nomes de destaque. A cantora latino-americana, integrante da girl band Fifth Harmony, utlizou sua conta no Twitter
para demonstrar compaixão pela comunidade LGBTQ+.

“Orando por todos meus amores brasileiros… especialmente os da comunidade LGBTQIA+”

  • Cher


famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro
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Já a multifacetada artista, Cher, também no Twitter, aproveitou o momento para fazer uma analogia com Donald Trump, desejar bons sentimentos ao brasileiros e fazer comentários pessoais.

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“Condolências meus irmãos e irmãs Brasileiros, os bons homens nem são sempre enviados para cuidar do rebanho”, iniciou a cantora. “Trump encorajou grupos de ódio, admiradores e violência”, completou dizendo que algo semelhante também aconteceu nos EUA. Por fim, ela ressaltou: “Nós nos esquecemos do que significava ter homens gentis como líderes”.

  • Alfonso Herrera


famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro
Reprodução

famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro

Conhecido por seu destaque nas telonas e na área musical, Alfonso Herrera é um grande artista mexicano. Há alguns anos ele despontou ao sucesso por participar do grupo musical Rebelde, que moveu multidões de jovens-adultos pelo mundo. Simpatizante com os brasileiros, ele aproveitou o momento para conversar com os fãs do país desejar sorte.

“Sinto muito Brasil, digo isso com enorme amor e respeito”. Mais sucinto, o artista, ao contrário dos citados, recebeu inúmeros pedidos em sua publicação. Tais como: “Volta com o RBD para me consolar”, “Fui rir e chorei” e “já vamos morrer de tiro mesmo”.

  • Marina


famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro
Divulgação

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Já a cantora pop, Marina, da banda Marina And The Diamonds, também publicou um mensagem sucinta, utilizando apenas de emojis com coração e a bandeira do país. “Meu coração está com vocês, Brasil”.

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Nos comentários da publicação, alguns fãs aproveitaram o momento para brincar e outros agradeceram o suporte da artista. “Chama a Lana e faz uma bruxaria com ela para tirar o fascista”, “Nós vamos resistir” e “Obrigado pelo apoio” foram alguns comentários encontrados no Tweet.

  • Garbage


famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro
Divulgação

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Entre os destaques internacionais que se posicionaram sobre os resultados das eleições 2018 está também a banda Garbage. Utilizando as redes sociais os músicos compartilharam: “Para todos os fãs brasileiros: fiquem juntos, fiquem salvos, às vezes as forças do mundo nos empurram para baixo, mas não para sempre”.

  • Tom Morello


famosos internacionais se manifestaram contra Bolsonaro
Divulgação

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O músico Tom Morello, famoso guitarrista de bandas como Metal Rage Against The Machine e Audioslave, utilizou sua conta no Instagram
para conversar com o público brasileiro. Após o resultado da eleição, ele publicou uma imagem na rede social.

“Brasil contra o fascismo, ele não, justiça para Marielle”. Nos comentários alguns admiradores chamaram o músico de “herói”, “ídolo” e “hipócrita”.

  • Edgar Ramirez


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Também na plataforma de imagens, o Instagram, o ator venezuelano Edgar Ramirez falou sobre o resultado das urnas no Brasil. Publicando uma imagem da bandeira com um emoji triste, o artista dissertou sobre movimentos políticos.

“A reviravolta para a extrema direita é tão grave quanto a reviravolta à extrema esquerda. O extremismo mina a democracia e destrói a liberdade e os direitos humanos”, dissertou.

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Até o momento sete famosos internacionais se manifestaram
seus sentimentos aos brasileiros, a intenção dos admiradores e que essa tendência aumente e atinja mais artistas.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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