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Aos 61 anos, Christina Rocha chama atenção com foto de biquíni: “Muito sexy”

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A apresentadora e jornalista Christina Rocha, que comanda o “Casos de Família”, chamou atenção dos internautas na web ao compartilhar um clique de biquíni ao auge dos seus 61 anos. O look escolhido pela loira foi um biquíni verde com algumas flores, além de um óculos de sol, chapéu e brinco. Os fãs de Christina adoraram a foto – e encheram o post de elogios. 

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Aos 61 anos, Christina Rocha surpreende com foto de biquíni no Instagram
Reprodução/Instagram

Aos 61 anos, Christina Rocha surpreende com foto de biquíni no Instagram

Christina Rocha tem mais de 437 mil seguidores no Instagram, e sua foto já ultrapassou 40 mil curtidas. Os fãs não perderam tempo para elogiar a boa forma física da apresentadora do
SBT
. “Dia perfeito”, escreveu na legenda da foto, mostrando que está aproveitando muito bem os dias ensolarados do verão.

“Muito sexy”, “Que mulherão!!!”, “Que espetáculo de mulher”, “Caraca está muito linda”, “Arrasou gata”, “Que linda…Diva!”, “Que corpo”, foram alguns dos elogios. 

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Carreira de Christina Rocha 

Formada em jornalismo, Christina tornou-se conhecida como apresentadora no programa “O Povo na TV”, na antiga TVS , hoje SBT , em 1982, apresentando também as atrações “O Preço Certo” e “Musicamp”. Foi repórter do “Viva a Noite” e apresentou também “Show da Tarde”, “Sessão Premiada”, “Programa Flávio Cavalcanti”, “TV Pow”, além de ser jurada da atração musical “Show de Calouros”. 


Christina Rocha no
Reprodução/SBT

Christina Rocha no “Casos de Família”

No início dos anos 90 apresentou o “Aqui Agora”, até 1996 e no ano seguinte teve seu programa, o “Alô Christina”. Antes de comandar o programa “Mulheres”, de 2001 a 2002, esteve a frente do “Programa Livre”

 Já entre 2003 e 2004 apresentou na Rádio Record uma nova versão do programa “Alô Christina” e o “Comando Record”, foi jurada do programa “O Melhor do Brasil”, com Márcio Garcia, na mesma emissora, porém na TV.

Já em 2007 apresentou o “Onde Está Você”, na Band. Em 2008, retornou a emissora de Silvio Santos na segunda temporada do “Aqui Agora”. 

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Desde 2009, Christina Rocha assumiu o comando do programa ” Casos de Família “, substituindo a então apresentadora Regina Volpato. 

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O ronco, racismo reverso, e o pouco que o “BBB” mudou até hoje

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O “BBB” começou nesta semana sua 19ª edição. Desde 2000 anônimos de todo o Brasil se inscrevem no reality show aspirando de fama a sucesso profissional, e no caminho mostram quem são ao ficar confinados numa casa cheia de câmeras acompanhando seus movimentos.


Tereza fala sobre
Reprodução/Globo

Tereza fala sobre “racismo” com mulheres brancas e mostra como tema evoluiu pouco entre participantes

Mas, ao longo desses 19 anos nem sempre as edições foram um reflexo da população brasileira. Pelo contrário, a população negra, por exemplo, sempre foi relegada ao papel de coadjuvante nesse tempo, sendo uma minoria nas edições. Para se ter uma ideia, somente na 15ª edição do “ BBB ” houve um aumento no número de negros, que somaram quatro pessoas, entre 13 integrantes da casa.

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O que antes parecia ser uma “cota” vem mudando ao longo das edições, e o reflexo disso são debates mais aprofundados e embasados. Isso não significa que os participantes não tenham demonstrado racismo, o que ainda é recorrente a cada edição. Munik Nunes, vencedora da edição de 2016, chegou a comentar durante o confinamento que a colega Geralda parecia a “nêga” do BBB por fazer todo o trabalho doméstico.

Em 2014 o participante Cássio chegou a dizer, em tom de brincadeira, que era acusado de assassinato por ter “atravessado uma afrodescendente” durante uma relação sexual. Essas atitudes na maioria das vezes passaram ilesas, justamente por conta da falta de representatividade, que impedia que essas falas fossem contestadas e apontadas como racistas.

Em 2018, a situação não melhorou muito. Apenas três participantes eram negros e uma delas, Nayara, saiu com o maior índice de rejeição da história do reality. Apesar de não estar entre as mais “queridas” da edição, nenhum comportamento da sister justificava uma rejeição tão alta: ela não fez barraco com ninguém, não xingou nem desrespeitou ninguém, muito menos teve algum comportamento que a tornasse uma “vilã”.

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O próprio Cássio, que na época de sua declaração criminosa chegou a ser investigado, saiu com apenas 62% dos votos, enquanto Nayara superou os 90% em um paredão triplo.

O racismo e a nova edição do “BBB”


Rodrigo foi alvo de reunião para debater seu ronco e participantes e espectadores veem racismo
Reprodução/Globo

Rodrigo foi alvo de reunião para debater seu ronco e participantes e espectadores veem racismo

Com uma edição novinha em folha há quatro dias no ar, o racismo voltou a ser pauta, dessa vez sendo contestado. Um comentário da participante Tereza, que pouco antes tinha ganhado o carinho do público por conta de seu desempenho em uma prova de resistência, gerou comentários dentro e fora da casa. Ela chegou a dizer que mulheres brancas também sofrem racismo e, mesmo depois de mudar a designação “racismo”, manteve seu comentário original, sendo apoiada por Isabella. Gabriela e Rízia, com muita paciência, explicaram que o que elas sofrem não é racismo e que o preconceito racial é muito mais complexo e histórico.

O dilema coloca em prática, mais uma vez, pequenas atitudes que os negros combatem diariamente em suas vidas, e acabam revivendo na “casa mais vigiada do Brasil”.

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Ao longo das últimas edições, nessas conversas, o lugar de fala negro no reality tem sido mais expressivo. Tanto Nayara como Viegas, outro participante do “BBB 18”, participavam do movimento negro e puderam colaborar para o fortalecimento do debate na edição. Ainda assim Gleici, vencedora em 2018, sofreu diversos ataques racistas, com um perfil no Twitter chamando-a de “macaca” e tentando eliminá-la do reality.

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Em 2019, mesmo com o esforço de Gabriela e Rízia outra confusão tem levantado a questão racial: o ronco. O participante Rodrigo, negro, tem sido criticado por conta de seu alto ronco e a mesma Isabella reuniu todos para tentar encontrar uma solução, já que estava difícil de dormir. O problema, que outros participantes apontaram posteriormente, é que Gustavo, branco, também roncava. Alguns integrantes na casa apontaram racismo no desconforto de Isabella, e o próprio Rodrigo se mostrou desconfortável com a situação, apesar de preferir não apontar racismo pois estaria “prejulgando” as pessoas.

Um pode argumentar que o “Big Brother” não é um “palanque”, mas o programa é, de certa forma, um experimento social, e não cumprirá sua função adequadamente se não permitir e principalmente ampliar o debate social no Brasil. Essas pessoas tem muito tempo ocioso e passam o dia conversando sobre os mais diversos assuntos. Por que não falar sobre as dores e alegrias de suas vidas? Como consequência, eles têm a oportunidade de conhecer mundos muito distantes dos seus próprios, e é essa troca que os enriquece e permite a convivência entre eles.  

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O “ BBB ” existe até hoje por que temos curiosidade em acompanhar o comportamento das pessoas. Mas nós mudamos e a maneira como vemos televisão também. Sendo assim, debates que ficavam em segundo plano começam a tomar a frente, e os realitys, assim como a programação, tem que achar uma forma de acompanhar.

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