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Ao vivo, Carla Cecato interrompe Roberta Piza e causa constrangimento

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A manhã desta sexta-feira (15) começou com um certo constrangimento na RecordTV. Tudo isso porque Carla Cecato, apresentadora do “Fala Brasil”, interrompeu a colega, Roberta Piza, ao vivo, para corrigi-la.

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Carla Cecato e Roberta Piza
Reprodução/Instagram

Carla Cecato e Roberta Piza


A situação curiosa chamou a atenção dos telespectadores quando Carla Cecato fazia a chamada para uma reportagem. “Quem gosta de milho cozido aí?”, perguntou a jornalista. “Produtores de milho estão animados com a previsão de aumento de 10% na colheita este ano, né? 2009…”, continuou Roberta Piza .

Então, a colega a interrompeu, a corrigindo e não deixando a gafe passar em branco. “2019! Você está em 2009? Nós estamos em 2019”, brincou Carla. “Acho que você não está ouvindo direito”, rebateu Piza.

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Antes que a reportagem fosse ao ar, as duas riram juntas da situação. No Twitter, alguns internautas comentaram o assunto, sem perder o bom humor, é claro. “Moça, admita que você ainda está em 2009 e segue o jogo. Adorei o clima de descontração, mesmo com a gafe”, comentou uma telespectadora. “Falou 2009, mas não tem problema. Tá tudo certo”, escreveu outro.

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Mesmo com a jornalista corrigindo a colega e interrompendo seu raciocínio, essa não é a primeira vez que gafes acontecem nos telejornais exibidos ao vivo. No “Jornal Nacional”, da Globo, por exemplo, William Bonner perguntou à Maju Coutinho se “o tempo no sul vai ficar bom”. Então, a colega o corrigiu: “Tempo firme?”, perguntou.

Outra ocorrência aconteceu em um telejornal local, também da Globo, no Ceará. Os âncoras Luiz Esteves e Patricia Nielsen caíram na risada ao noticiar uma apreensão de pássaros silvestres.

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“Entre os animais apreendidos, estavam galos de campina, galinhas, filhotes de periquito do…”, relatou Patricia, caindo na risada e sem conseguir prosseguir com a fala. Luiz ainda tentou ajudar, em vão, e também começou a rir.

“Desculpe”, pediu ele, que ainda tentou chamar um link ao vivo falando sobre alagamentos, mas sem sucesso. “Desculpe. Ela está mostrando lá um drama dos moradores…”, anunciou, caindo na gargalhada novamente.

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Carla Cecato está à frente do “ Fala Brasil ” desde 2009. Em 2017, passou a apresentar o SP Record e, no ano passado, voltou a exercer a função de apresentadora do jornal matinal da emissora.

Fonte: IG Delas
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Animação para adultos, “Love, Death & Robots” radicaliza conceito seriado

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Revolucionária na forma, é uma animação para adultos antológica, e na estética, os 18 episódios têm entre 5 e 18 minutos, “Love, Death & Robots” é forte candidata a série do ano. Criada por David Fincher, que já colaborara com a Netflix nas séries “House of Cards” e “Mindhunters”, e Tim Miller, o diretor do primeiro “Deadpool”, a produção é um deleite visual e empolgante tematicamente.

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Cenas de Love, Death and Robots
Divulgação

Cenas de Love, Death and Robots

Todos os episódios dessa primeira temporada de “Love Death & Robots” , como entrega o nome, tratam de amor, morte e robôs. Uma comparação válida, ainda que pobre, é com “Black Mirror”, já que muitos dos episódios são chapados, lisérgicos e provocam surtos existenciais e reflexivos.

Há outros em que a viagem filosófica vai além da pertinência contemporânea. É o caso de “Zima Blue”, que flagra uma artista animatrônico – uma espécie de inteligência artificial que revolucionou o mundo das artes – que prepara o seu último grande trabalho. Trata-se de uma avaliação sobre o sentido da vida de tirar o fôlego, ainda que o episódio seja de dez minutos e fundamentalmente narrado em 1ª pessoa. É para se pensar em Kubrick!

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Há, ainda, a sátira política “When the Yogurt Took Over”, que mostra como fica o mundo depois que o Yogurt desenvolve inteligência e sana a dívida pública. Já em “Alternate Histories”, um computador imagina realidades alternativas a partir de seis tipos de mortes diferentes para Hitler. É impagável!

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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots
Divulgação

Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots

Todos os episódios são dirigidos por diretores diferentes e de diversos cantos do globo, sempre com a supervisão de Tim Miller . A produção radicaliza a maneira de contar histórias seriadas e o faz com indefectível assombro estético.

Há a ficção científica casca-grossa como “Beyond the Aquila Rift”, que tem uma das melhores cenas de sexo da história da animação, e o inusitado drama de ação em que lobisomens são instrumentalizados pelos militares em “Shape-Shifters”.

Todos esses são episódios ressonantes, mas há aqueles que visam o mero entretenimento, ainda que com boas piadas, tramas ou personagens como no tenro “Three Robots”, sobre três robôs em excursão por uma Terra pós-desastre nuclear, ou no esperto “The Dumb”, sobre um sujeito que mora no lixão e recebe a visita da Prefeitura.

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O estilo da animação varia do mais rudimentar 2D ao mais avançado CGI, com direito a Performance Capture.

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“Love, Death & Robots” é um triunfo da Netflix por todos os ângulos que se observe. É uma produção criativamente voraz (a pulga não vai sair da sua cabeça após assistir ao 3º episódio denominado “The Witness”), sutil, elétrica, inteligente, divertida e essencialmente humana em suas divagações.


Love, Death and Robots
Divulgação

Love, Death and Robots

Fonte: IG Delas
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