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Antonio Fagundes fala de intimidade com seu personagem em nova série

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Antonio Fagundes parece ter pressentido que o Ubiratan de “Se eu fechar os olhos agora” um dia seria seu. A sensação veio após conhecer o personagem durante a narração da obra de Edney Silvestre num audiobook (um livro “falado”).

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Anonio Fagundes em festa de
Reprodução/Instagram

Antonio Fagundes está em “Se eu fechar os olhos agora”


“Por uma coincidência, quando me chamaram, disse: ‘Meu Deus, que bom!’. Já tinha uma certa intimidade com a história. Quando eu li, vi que era um personagem que poderia fazer. O bruxinho velho sempre dá para fazer (risos)”, brinca  Antonio Fagundes
.

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Em ” Se eu fechar os olhos agora
”, adaptada por Ricardo Linhares, Ubiratan é um homem cheio de mistérios que se une a Paulo (João Gabriel D’Aleluia) e Eduardo (Xande Valois) na tentativa de desvendar o assassinato de Anita (Thayná Duarte).

“Ele é o auxiliar dos dois detetives da história. Ubiratan mora num asilo de São Miguel e acaba envolvido na morte da moça. Os três viram investigadores improváveis tentando descobrir o que aconteceu”, conta o ator
, que vê o misterioso senhor perder um pouco da rabugice ao conviver com os garotos: “É um personagem amargo, que tem um passado trágico. Mas o contato com essas crianças o faz renascer. É uma relação inesperada, mas positiva para Ubirata”.

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Se a dupla dá um novo gás ao personagem, o mesmo acontece entre o ator veterano e os novatos.

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“É muito gostoso estar com esses meninos tão talentosos. Bom demais ver aquele brilhinho em seus olhos, poder participar das descobertas deles. Vai ser muito gostoso, daqui há 20 anos, eles dizerem: ‘Eu comecei com Fagundes’”, finaliza Antonio Fagundes
.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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