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Antes de deixar o Brasil, Roger Waters pede para visitar Lula na prisão

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De acordo com a jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo
, o músico Roger Waters pede para visitar Lula na prisão. Os advogados do músico entraram com um pedido na Justiça para que o ex- Pink Floyd
possa conhecer o ex-presidente na superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde Lula está preso desde abril. 

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Roger Waters pede para visitar ex-presidente Lula em Curitiba
Reprodução/Instagram/ Fernando Frazão/Agência Brasil – 6.6.16

Roger Waters pede para visitar ex-presidente Lula em Curitiba

Roger Waters pede para visitar Lula
na prisão antes de deixar o Brasil. O músico ainda tem mais dois shows da sua turnê “Us + Them” em terras brasileiras, marcados para 27 de outubro em Curitiba, no Estádio Couto Pereira e 30 de outubro, em Porto Alegre, no Estádio Beira Rio. Após, o músico segue sua turnê pela América Latina, se apresentando no Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Costa Rica. 

Os advogados do guitarrista que fizeram a petição alegaram que o músico é uma personalidade de reputação mundial na defesa dos direitos humanos. Além de citar as “Regras de Mandela”, tratado adotado pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) que garantem a todo e qualquer custodiano o contato com o mundo exterior. 

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Também foi solicitada a presença de um tradutor já que Roger “não fala a língua portuguesa”, assim como o ex-presidente não domina a língua inglesa. 


Roger Waters criticou Jair Bolsonaro em seu show e aderiu o movimento #ELENÃO
Reprodução/Twitter

Roger Waters criticou Jair Bolsonaro em seu show e aderiu o movimento #ELENÃO

Em sua passagem pelo Brasil, o músico teve presença forte ao aderir o movimento ELENÃO
, contra Jair Bolsonaro (PSL), candidato à Presidência. Em seus shows chamou o político de fascistas. Em recente entrevista a Caetano Veloso para sua coluna no Mídia Ninja, Roger também chegou a comparar Bolsonaro com Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos. 

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Enquanto Roger Waters pede para visitar Lula na prisão
, outros famosos também apoiam o partido do ex-presidente, como também comparecem em atos contra Bolsonaro. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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