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Anitta e patifaria: confira as polêmicas do “vazamento” do livro de Leo Dias

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Na madrugada desta quarta-feira (27) páginas do livro “Furacão Anitta”, escrito por Leo Dias, começaram a circular pela internet. A pré-venda já está acontecendo online, mas o lançamento oficial acontecerá neste sábado (30) – aniversário da biografada.

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Reprodução / SBT

Páginas da briogradia de Anitta, escrita por Leo Dias, são disseminadas na internet

Abordando brigas de Anitta com Simaria, Iggy Azalea, Maluma, Pabllo Vittar, Gominho, Preta Gil, seu ex-marido e traições, as páginas do livro de Leo Dias
causaram fervor. A repercussão foi tão grande que o autor foi a público para falar sobre o assunto.

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Sem entrar na questão da veracidade, Leo comentou: “Preciso esclarecer algumas coisas: a biografia
foi disponibilizada por volta de meia noite no formato e-book. Ao contrário do que estão dizendo, o livro não foi vazado. Mas o que está acontecendo é contra a lei”, disse.

Afinal, de acordo com as páginas de “Furacão Anitta” que foram disseminadas nas redes sociais, o que já sabemos sobre a vida da carioca e o que podemos esperar?

  • Briga com Maluma

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Reprodução/ YouTube

Anitta e Maluma

Os desentendimentos da brasileira com Maluma renderam muitas matérias nos trablóides, no entanto, ambas as partes nunca assumiram qualquer briga ou corte de relação.

Em uma das páginas, o autor dá ênfase em uma briga que começou por que a brasileira pediu para que Maluma traduzisse a letra da canção Paradinha
. O colombiano se comprometeu, mas não fez o serviço, o que gerou uma discussão entre os artistas.

“Eu te pedi uma ajuda, algo que demoraria cinco minutos, e você foi incapaz de fazer”, esbravejou Anitta. Sob os olhares da equipe, Poderosa continuou: “Eu não fiz nada contra você, não parei de seguir… e mais, o Nego do Borel veio me perguntar se deveria gravar com você, e eu disse que não havia problema algum”, disse ela referindo-se à versão espanhola de Você Partiu Meu Coração
.

Em réplica, Maluma declarou seu amor e respeito pela cantora, que o debochou: “Se me amasse mesmo teria me ajudado, então vem com essa conversinha mole, não”.

  • Briga com Iggy Azalea

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Reprodução Switch

Iggy Azalea e Anitta no videoclip de Switch

A relação de Iggy com a brasileira não foi a mais afetuosa de todas, e o público pôde notar isso quando a rapper excluiu todas as fotos com a morena de seu Instagram. Na biografia “Furacão Anitta”, o jornalista contratado ressalta o motivo da relação ter se desgastado: implicância.

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“Iggy começou a implicar com o maquiador de Anitta, um dos mais requisitados do Brasil – e, como se não bastasse, o preferido de Gisele Bündchen. Não se sabe bem porquê, mas a implicância continuou. Sem mais nem menos, Iggy tirou todas as cenas de dança dela do clipe”.

  • A briga com Simaria

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Reprodução

Simaria

Segundo o jornalista e autor, a desavença entre Simaria, do duo com Simone, e a carioca começou por um questão boba, mas que se intensificou com alguns acontecimentos.

“Há um famoso grupo de WhatsApp que reúne os grandes cantores da música nacional.  Lá, Simaria sempre pede a todos para divulgarem seus trabalhos. Adivinha quem nunca compartilhava as músicas? Isso mesmo: Anitta”.

De acordo com os trechos seguintes, Simaria ficou revoltada com a falta de apoio da carioca. Em defesa da Poderosa, o jornalista especificou que ela apenas usa as redes sociais para trabalho e publicações programadas.

  • A briga com Pabllo Vittar

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Reprodução

Pabllo Vittar e Anitta em clipe do hit Na Sua Cara

As brigas envolvendo Pabllo e a biografada começaram durante as gravações de Sua Cara
, que aconteceram no Marrocos. Segundo o autor, Anitta ficou brava porque Pabllo não tinha tanta visibilidade no clipe quanto ela no vídeo.

“Mesmo assim, nem tudo estava pacificado. O trio de DJ’s não queria fazer a festa (Combatchy), principalmente, porque Sua Cara
seria lançado ali em primeira mão, antes mesmo de ser lançado no canal do grupo”, escreveu o apresentador.

“Superada essa etapa, na hora de acertar os detalhes de sua participação na festa, Pabllo pediu quarenta mil, ignorando o investimento que Anitta fez no clipe bem como todo o esforço da funkeira para que a drag aparecesse no vídeo. Anitta sentiu-se usada”, acrescentou.

“Com o ‘sincerona’ mode on, Anitta fuzilou sem dó nem piedade: “Eu pago os quarenta mil dólares e você paga sua parte dos setenta mil dólares que eu gastei no clipe. Parecia cena de novela, Pabllo e sua equipe perceberam a besteira e toparam fazer sem cobrar cachê”.

“Mas o caldo entornou quando Anitta descobriu que Pabllo estava lançando uma festa própria. Pior: com Preta Gil”.

  • A briga com Preta Gil

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Reprodução/Instagram

Preta Gil

Até então, a relação de Preta Gil com a intérprete de Vai Malandra
não tinha grandes repercussões. Porém, Leo Dias escreveu sobre o motivo das artistas não se “bicarem” na biografia.

“Em meio ao sucesso estrondoso do Show das Poderosas, Anitta recebeu um convite para participar do DVD de Claudia Leitte. Ela foi compartilhar a felicidade com Preta Gil” que foi direta: “Se você participar do DVD da Claudia, nunca mais você canta com Ivete”.

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Pintando uma Anitta inocente, o autor explicou que após o conselho da amiga, a carioca cancelou a participação no show de Claudia Leitte. “Anos depois, Anitta entendeu que tudo não passava de um jogo, e que ela havia caído como uma pato”.

  • Briga com Gominho

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Reprodução

Jojo Todynho

Esta desavença ocorreu mais por baixo dos panos e com muita descrição. Segundo os trechos da biografia, certo dia, em um evento, Jojo Todynho ficou sem bateria em seu celular e pediu para fazer uma ligação do aparelho de Gominho.

Lá, a funkeira teria encontrado um grupo de WhatsApp dedicado a falar mal de Anitta, com Preta Gil e Pabllo Vittar na conversa. Após avisar a amiga, a relação do influencer com Jojo Todynho e Anitta ficou abalada. Atualmente “eles apenas se falam por educação”.

  • Briga com o ex-marido

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Reprodução/Instagram

Anitta e Thiago Magalhães

As brigas no casamento da estrela começaram antes mesmo de Thiago e Anitta completarem um ano de união. “Thiago tomou gosto pela fama. E isso, Anitta odeia. Aquilo foi um balde água fria na cabeça da cantora. Ele acabou se embebedando do glamour que o sucesso traz e virou outra pessoa”, escreveu Leo Dias. Anitta ainda reclamou disso, mas nada mudou.

Após a separação, Thiago teria tentado uma entrevista com o autor do livro, mas Leo Dias resolveu consultar Anitta antes de dar esse passo. Em conversa por telefone, a cantora disse: “Me promete uma coisa? Não fala mais dele, por favor”. Em réplica, mentalmente, Leo disse: “entendi e sumi. Não sou de dar fama a quem não tem”.

  • Brigas durante o casamento

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Instagram

Anitta e Thiago Magalhães

Antes do divórcio, as coisas ficaram ruins por algum tempo. O casal até terminou e a condição para reatar era que Thiago excluísse as redes sociais, mas isso não aconteceu. Outro ponto crucial citado como causador do fim do casamento é o afeto: “Anitta nunca realmente sentiu-se acolhida na relação”.

O ponto mais importante de todos, segundo apontado, era a maneira como Thiago a tratava. “No início eram flores, depois sobraram os espinhos. Amigos próximos não entendiam como ela suportava aquelas atitudes estúpidas. Diziam até que ela estava em um relacionamento tóxico, abusivo, baseado em assédio moral. Palavras como ‘burra’ e ‘suburbana’ eram proferidas diversas vezes na frente de todos”.

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O livro ” Furacão Anitta
” será lançado oficialmente neste sábado (30), aniversário da cantora. No próximo domingo (07) Léo Dias
marcará presença em um evento na Bahia para divulgar a obra.  

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A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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