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Educação

Alunos da Escola Irene Gomes do bairro Figueirinha em Várzea Grande participam do TCEstudantil

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Surpresa e entusiasmo com as descobertas. Assim, podem ser resumidas as reações dos estudantes da Escola Estadual de Ensino Médio Irene Gomes, do Bairro Figueirinha, em Várzea Grande, após a visita ao Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT). O grupo, formado por cerca de 90 alunos e professores, participou do programa TCEstudantil na manhã desta terça-feira (30/04).

Durante a visita, os estudantes tiveram a oportunidade de ampliar seus conhecimentos sobre o papel do Tribunal de Contas de Mato Grosso. Os jovens assistiram a palestras e aprenderam sobre a função e importância do órgão para o exercício da cidadania, como poderão utilizar as ferramentas de transparência e participação direta disponibilizadas pelo Tribunal na internet para a fiscalização dos recursos, serviços e políticas públicas.

Na oportunidade, conheceram ainda toda a estrutura organizacional do Tribunal, como também acompanharam uma parte da sessão do Pleno da Corte de Contas e puderam assistir in loco como são feitos os julgamentos de contas e outros processos pelos conselheiros do TCE-MT.

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Para a estudante Kamilly Taisa Souza Paciente, de 16 anos, aluna do 2º ano, conhecer o TCE-MT foi uma surpresa e um momento de grande emoção. A jovem revelou que não imaginava que a Corte de Contas fosse tão importante para a sociedade. “A gente não tem muita noção do que faz o Tribunal de Contas e nem que nós mesmo podemos fiscalizar os prefeitos, os vereadores e até o governador e os deputados só entrando na internet. Agora eu aprendi que é importante a gente participar e acompanhar o que os gestores fazem com o dinheiro dos nossos impostos”, disse a estudante.

O também aluno Jonas Vinícius, 16 anos, 2º ano do ensino médio, participar do TCEstudantil abriu sua mente para coisas que ele ainda não sabia. “Achei bem interessante como os conselheiros do Tribunal de Contas fazem os julgamentos dos processos e principalmente saber que nós, como cidadãos, também temos poder para fiscalizar os gastos dos recursos públicos, tanto no nosso bairro quanto na nossa cidade e nosso estado”, disse.

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A coordenadora pedagógica da escola, professora Leane Rossini, por sua vez, lembrou que o TCEstudantil é uma oportunidade para a formação de cidadãos conscientes e que o programa tem um impacto muito positivo sobre os alunos que participam da visita ao TCE-MT. “Nestas visitas eles recebem informações e conhecimentos que ficarão para sempre com eles, que serão úteis para a formação da consciência e da cidadania de cada um. E nós também, como educadores, também aprendemos sempre algo novo. O TCE está de parabéns por manter esta iniciativa em parceria com nossas escolas”, destacou.

Criado há 18 anos pelo TCE-MT, o programa TCEstudantil e tem como objetivo, a conscientização de estudantes das redes públicas estadual e municipal, federal e às universidades sobre o papel de órgão de controle externo do TCE-MT, sobre cidadania e participação da sociedade no controle e fiscalização da gestão pública.

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Educação

Professores aprovam greve a partir do dia 27 exigem RGA e aumento em MT

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Os professores e servidores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) aprovaram a greve  da categoria numa Assembleia Geral realizada em Cuiabá nesta segunda-feira (20). Os servidores exigem que o governador Mauro Mendes (DEM) promova ações de infraestrutura nas escolas estaduais bem como realize a convocação de todos os aprovados e classificados no concurso público da Seduc-MT, realizado em 2017, e que oferecia 5.748 vagas. A paralisação deve iniciar na próxima segunda-feira (27).

Também consta da pauta dos servidores o cumprimento da chamada “Lei da Dobra do Poder de Compra” (nº 510/2013), que equipara os vencimentos dos servidores da educação aos dos demais profissionais de mesmo nível que atuam no Poder Executivo de Mato Grosso.

Após a deflagração da greve, os servidores ligados ao Sintep-MT realizaram um ato público em Cuiabá na tarde desta segunda-feira, e saíram em caminhada da escola estadual Presidente Médici, onde foi realizada a assembleia geral, até a Praça Alencastro, na Capital.

Em vídeos que vem sendo postados na página do Facebook do Sintep-MT, o presidente do Sindicato, Valdir Pereira, esclarece que os servidores não irão aceitar a “pauta de retiradas de direitos”, tanto em nível estadual quanto Federal. Ele também falou a jornalistas após a deliberação da greve que mais da metade das 400 escolas estaduais de Mato Grosso estariam com as instalações físicas irregulares e que seriam “fechadas pelo Corpo de Bombeiros”.

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“Nós não aceitaremos a retirada de direitos enquanto essa for a pauta dos Governos tanto do Estado de Mato Grosso quanto Federal. Infelizmente a educação é muito boa no período eleitoral. A primeira plataforma dos governadores: educação e saúde. Aí não precisamos adentrar porque são mais de 400 escolas só no Estado de Mato Grosso que, se tivesse efetivamente uma vistoria do Corpo de Bombeiros e órgãos fiscalizadores, já estariam fechadas. Mais da metade”, disse ele.

Apesar do anúncio da greve, o presidente do Sintep-MT não descartou a possibilidade de negociação com o Governo do Estado, revelando que uma nova Assembleia deve ser realizada no dia 10 de junho de 2019 para acompanhar os avanços das negociações e decidir pela manutenção da paralisação.

“Nós estamos abertos a negociação a qualquer momento. Tanto que nós aprovamos a Assembleia permanente. Antes da data do dia 10, que tá prevista uma nova Assembleia, nós possamos nos reunir caso tenha um documento do Governo que avance nas pautas que estão aí apresentadas, como o concurso público, da lei nº 510, da melhoria da infraestrutura das unidades escolares e um calendário de agenda permanente de discussão com o governo”, ponderou o sindicalista.

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Na assembleia geral desta segunda-feira, uma das servidoras que tomaram a palavra foi a Coordenadora do Fórum Sindical e dirigente da Seção Sindical dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat), Edna Sampaio. Na mesma linha do presidente do Sintep-MT, ela também destacou que há um “projeto” em Mato Grosso, e também no Brasil, para retirar direitos dos trabalhadores, bem como recursos da educação, sob uma alegada “crise” de falta de recursos.

“A educação é a mola propulsora da nossa sociedade. Ela move os desejos das pessoas. Neste momento em que há um Governo Federal e um Governo Estadual alinhados a um projeto de destruição de exclusão ainda maior dos direitos da classe trabalhadora, não é a toa que é a justamente a área da educação que se ergue contra esse projeto”, ressaltou ela.

Esta a primeira greve de uma categoria específica da gestão do governador Mauro Mendes, que assumiu o comando do Poder Executivo de Mato Grosso em janeiro deste ano.

Por: Folhamax

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