conecte-se conosco


Sem categoria

ALMT e Ampa entregam equipamentos de proteção para o combate ao coronavírus

Publicado

O segundo lote de Equipamentos de Proteção Individual – EPIs para ajudar no combate à pandemia da Covid-19 será entregue ao governo do estado, nos próximos dias. A doação é fruto do trabalho em parceria da Assembleia Legislativa e Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão – AMPA.

Nesta quinta-feira (07), o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM) e os deputados Carlos Avallone (PSDB) – presidente da comissão mista Observatório Socioeconômico; Faissal Kalil (PV), Xuxu Dal Molin (PSC) e Elizeu Nascimento (DC), foram recebidos pelo presidente da AMPA, Paulo Sérgio Aguiar e pelo diretor-executivo Décio Tocantins para oficializar a chegada dos EPIs.

Botelho destacou a criação do Observatório Social, comissão mista criada pela ALMT, que mobilizou a participação de diversos segmentos. “Todos têm que participar. Hoje, a AMPA está aqui fazendo grande doação e já tem orçamento entorno de R$ 7 milhões para novos equipamentos que vão comprar para doar. Estamos vistoriando o material que acabou de chegar e daqui pra frente será encaminhado para o governo fazer a distribuição para as prefeituras, hospitais regionais. É uma parceria entre Assembleia Legislativa, governo do estado e setor produtivo”, afirmou Botelho.

Sobre o avanço da Covid-19 em Mato Grosso, o parlamentar disse que está acentuado e alertou que a liberação das atividades em alguns setores requer monitoramento, pois a tendência é que haja aumento nos casos de infectados. “Temos que acompanhar, as prefeituras, especialmente, e evidentemente, se tiver um número muito grande, terá que fazer novos isolamentos. Temos que estar preparados psicologicamente para essas novas ações que podem ocorrer. Esperamos que não, mas se necessário for, teremos que tomar”, alertou Botelho.

Leia mais:  Governo anuncia privatização dos Correios nesta quarta

DOAÇÃO DE EPIS – Ao destacar a mobilização da ALMT como exemplo no combate à pandemia, o presidente da AMPA, Décio Sérgio Aguiar, informou as dificuldades para a aquisição dos produtos que estão chegando aos poucos.

A AMPA importou 500 mil máscaras de uso médico, 320 mil de uso civil e 100 mil máscaras do tipo KN95. Além disso, foram adquiridos dois mil escudos faciais, quatro mil roupas protetivas e cinco mil óculos de segurança. Parte dessas aquisições já estão a caminho do Brasil em diversos lotes.
No primeiro lote foram entregues ao governo 100 mil máscaras. Hoje, mais 200 mil unidades, com objetivo de chegar a 920 mil; já chegaram 1,5 mil escudos faciais e em breve chegarão 1 mil roupas hospitalares descartáveis e óculos. O valor investido é de aproximadamente R$ 10 milhões.
“A Assembleia dá um ótimo exemplo ao disponibilizar recursos do duodécimo para ajudar e mobilizar todos os órgãos e segmentos. A AMPA dá a sua contribuição também.

Na primeira remessa conseguimos fazer lotes de até 100 mil máscaras, posteriormente, as empresas aéreas começaram a limitar o máximo de até 20 mil máscaras por lote e depois apenas 10 mil. Sentimos que teríamos muita dificuldades, ampliamos o número de transportadoras, mas mesmo assim as dificuldades estão grandes. Por isso, optamos por colocar uma grande parte desse material num container para vir de navio, entre 30 e 45 dias esse material deverá chegar aqui no estado”, disse, ao destacar que a entidade investiu na contratação de costureiras para a confecção de máscaras de tecido, produtos ofertados aos seus associados e funcionários.
Avallone disse que o Observatório segue firme na mobilização para ajudar o governo no enfrentamento da pandemia. E já trabalha para a efetivação de linhas de créditos através da Desenvolve MT, para ajudar micro e pequenas empresas, inclusive, com a parceria do Tribunal de Justiça.

Leia mais:  A alegada extinção do CONAD e o direito fundamental ao uso religioso do Chá Hoasca

“Fizemos um trabalho com a Fiemt, com a AMPA, empresários e uma das primeiras a dar a mão e vir junto foi a AMPA. Como 70% do algodão de Mato Grosso é exportado para Ásia, China, temos muitos vendedores que moram lá e essas pessoas estão ajudando a AMPA a localizar os fornecedores, porque hoje o mundo inteiro está tentando comprar EPIs da China. Então, para fazer essa quantidade que está sendo entregue hoje, mais de 200 mil máscaras e escudos faciais são mais de 15 ou 20 viagens com pequenas porções vindos de vários fornecedores da China, um trabalho gigante para atender nosso estado”, finalizou Avallone.

Comentários Facebook
publicidade

Sem categoria

Quem é Maurício Valeixo, braço direito de Moro e exonerado por Bolsonaro do comando da PF

Publicado

por

Presidente da República exonerou Maurício Valeixo do comando da PF em publicação no Diário Oficial da União desta sexta-feira; segundo jornais, ministro da Justiça teria apresentado pedido de demissão, o que ele nega.

Pivô da crise entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e o presidente Jair Bolsonaro, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Valeixo, foi exonerado de seu cargo em publicação no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (24).

Valeixo havia sido escolhido por Moro para o posto e era considerado o braço direito do ministro.

Na quinta-feira (23), o ex-juiz federal da operação Lava Jato teria apresentado ao presidente da República um pedido de demissão — o que no entanto acabou não se concretizando.

O pedido de demissão foi noticiado pelo jornal “Folha de S. Paulo” e depois confirmado por vários outros veículos de imprensa.

Questionada, a assessoria de imprensa de Sergio Moro disse apenas que o ministro “não confirma o pedido de demissão” — sem no entanto negar enfaticamente.

Mas quem é Maurício Valeixo?

Formado em Direito e delegado de carreira da Polícia Federal, Maurício Valeixo, paranaense de Mandaguaçu, foi anunciado por Sergio Moro como chefe da corporação ainda em novembro de 2018, antes mesmo da posse de Jair Bolsonaro como presidente da República.

Leia mais:  Nery Geller é preso pela PF
Bolsonaro exonerou Valeixo do comando da PF em decisão publicada no Diário Oficial — Foto: MARCOS CORRÊA/PR

Até então, Valeixo era o superintendente da corporação no Paraná — que também é o Estado de origem de Sergio Moro, que considera o chefe da PF como o seu braço direito no ministério da Justiça e Segurança Pública. Ele já havia ocupado o cargo entre 2009 e 2011. O retorno ao comando da superintendência da PF no Paraná ocorreu em dezembro de 2017, depois de um período em Brasília.

Em Curitiba, Valeixo atuou em várias fases da Lava Jato, operação pela qual Sergio Moro era responsável quando juiz federal. Uma das tarefas de Valeixo à frente da Superintendência da PF no Paraná foi coordenar os trâmites para a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em abril de 2018.

Foi também em sua gestão que foi fechada a delação de Antonio Palocci com a PF em Curitiba.

Valeixo também foi responsável pela Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor) entre 2015 e 2017 em Brasília, durante a gestão do ex-diretor da PF Leandro Daiello. O posto é considerado o de “número 3” na hierarquia da corporação e, naquela ocasião, era o setor mais ativo em tempos de Lava Jato.

Leia mais:  Deputada estadual Janaína Riva (MDB) diz que Max Russi pode ser o nome indicado para TCE

Moro foi trazido ao governo Bolsonaro com status de superministro — Foto: RAFAEL CARVALHO / GOVERNO DE TRANSIÇÃOMoro foi trazido ao governo Bolsonaro com status de superministro — Foto: RAFAEL CARVALHO / GOVERNO DE TRANSIÇÃO

Moro foi trazido ao governo Bolsonaro com status de superministro — Foto: RAFAEL CARVALHO / GOVERNO DE TRANSIÇÃO

Moro e Valeixo ficaram bastante próximos durante a investigação do caso Banestado, que descobriu um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o banco estadual do Paraná em 2003. O caso não prosperou, mas serviu de embrião da Operação Lava Jato.

Quando Moro o escolheu para comandar a PF, também trouxe duas pessoas ligadas a seu braço direito para Brasília: o antecessor de Valeixo no comando da PF no Paraná, Rosalvo Ferreira Franco, e o diretor de Combate ao Crime Organizado naquele Estado, Igor Romário de Paula.

Valeixo tem 53 anos e integra os quadros da Polícia Federal desde 1996. Foi delegado da Polícia Civil por dois anos e adido policial em Washington (Estados Unidos).

Bolsonaro já havia ameaçado remover Valeixo do comando da Polícia Federal: em meados de 2019, o presidente cogitou sua demissão. Também pressionou e mandou para um posto fora do Brasil o ex-superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Ricardo Saadi.

Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana