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Política

ALMT aguarda posição do governo sobre Hospital Regional de Rondonópolis

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O governo do estado deverá se posicionar em breve sobre a situação do Hospital Regional de Rondonópolis, que atende a população dos 19 municípios que fazem parte do Consórcio Municipal de Saúde da Região Sul. Ontem, os deputados Eduardo Botelho (DEM – presidente da Assembleia Legislativa), Janaína Riva (MDB), Guilherme Maluf (PSDB), Dr. Leonardo (SD) e o eleito Thiago Silva (MDB) receberam uma comitiva de representantes da região para resolver o impasse e impedir a suspensão dos atendimentos de urgência e emergência.

Gerenciado pelo Instituto Gerir, segundo a comitiva, a unidade de saúde não efetua o pagamento a fornecedores e médicos há quatro meses. E por isso defendem a intervenção do Estado no hospital. Contudo, em reunião realizada ainda pela manhã com o secretário de Saúde, Luiz Soares, esse pedido foi descartado por questões jurídicas.

“Temos dialogado com a direção do hospital e com o governo para conseguir solução porque o hospital corre o risco de fechar as portas prejudicando muitos pacientes. Por isso, recorremos a força política para sensibilizar o governo para que haja a intervenção. A situação é bastante dramática!”, afirmou o presidente do Consórcio Municipal de Saúde da Região Sul, prefeito de Poxoréu, Nelson Paim, ao acrescentar que receberam a informação de que os repasses do governo estão atrasados há 45 dias.

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À tarde, durante a reunião na Presidência da ALMT, Botelho informou aos representantes do Consórcio, que vai aguardar o posicionamento, já que a Secretaria Estadual de Saúde – SES, através do secretário adjunto de Gestão Hospitalar, Cassiano Falleiros, irá trabalhar junto à direção do hospital para fazer um levantamento sobre a situação.

Botelho defende uma solução definitiva para a área de Saúde. “O próximo governo tem que criar um projeto mais eficaz para a saúde porque estamos vivendo apagando incêndio. A cada hora é uma região com problema, um hospital que está fechando. Então, precisamos encontrar uma solução. Já dei algumas sugestões ao governador eleito Mauro Mendes, que seria de ampliar o fundo da saúde, diminuir a renúncia fiscal de quase R$ 3,8 bilhões para aplicar nesse fundo para resolver a situação”, explicou.

O secretário municipal de Saúde de Juscimeira, Nassin Farah confirmou que a situação é caótica. “Em julho foi o último repasse do hospital aos fornecedores e equipe médica. O hospital não tem nem material para fazer cirurgias”, questionou.

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“Continuar com essa mesma empresa gerindo o hospital não é mais viável”, ressaltou o deputado eleito Thiago Silva.

A deputada Janaína, que intermediou a reunião, cobrou uma solução. “Convocamos e pedimos uma reunião com prefeitos e secretários de saúde da região sul, junto com o presidente Botelho, para que ele possa usar da liderança e da força que a Assembleia representa com o Governo do Estado para chegar a uma solução com relação ao hospital regional de Rondonópolis. Sabemos da dificuldade que o hospital tem hoje para honrar as suas obrigações, faltando até insumos. Queremos saber o que está acontecendo. A maioria que está aqui defende a intervenção imediata por parte do governo, mas está claro que não há interesse em fazê-la. Então, é um grito de socorro, de desespero ao presidente Botelho para que se tome uma iniciativa e possa nos ajudar a chegar a uma solução”, esclareceu a deputada.

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Política

TSE lança tira-dúvidas no WhatsApp

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Para ajudar a tirar dúvidas dos eleitores, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou um assistente virtual que funciona pelo aplicativo do WhatsApp. Chamado de “Tira-Dúvidas Eleitoral no WhatsApp”, o recurso foi lançado com o objetivo de facilitar o acesso do eleitor a informações relevantes sobre as eleições municipais de 2020 e reforçar o combate à desinformação durante o período eleitoral.

O tira-dúvidas funciona por meio de um chatbot ou bot (assistente virtual), como também é chamado, que traz informações sobre diferentes temas de interesse do eleitor, desde cuidados com a saúde para votar, informações sobre dia, horário e local de votação até dicas para mesários e informações sobre candidatura, entre outros temas.

Para interagir com o assistente virtual, basta acessar a câmera do seu celular e apontá-la para o QR Code, ou adicionar o telefone +55 61 9637-1078 à sua lista de contatos, ou por meio do link wa.me/556196371078.

A cada tema apresentado, o chatbot  oferece uma série de tópicos para o eleitor escolher. Após digitar o número do tópico escolhido, o assistente virtual apresenta as informações solicitadas.

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Segundo o TSE, o assistente virtual oferece ainda um serviço voltado exclusivamente ao esclarecimento de notícias falsas, as chamadas fake news, envolvendo o processo eleitoral brasileiro. O tópico, chamado de “Fato ou Boato?” disponibiliza ao usuário alguns conteúdos desmentidos por agências de checagem de fatos.

Por meio dele é possível desmistificar “os principais boatos sobre a urna eletrônica ou assistir a vídeos do biólogo e divulgador científico Átila Iamarino, com dicas de como identificar conteúdos enganosos disseminados por meio da internet durante a pandemia de covid-19, informou o TSE.

Além disso, o TSE firmou acordo com representante do setor de telecomunicações no Brasil, para garantir que usuários possam acessar conteúdos do site da Justiça Eleitoral sem gastar seu pacote de dados entre setembro e novembro, no período que vai desde a campanha eleitoral até o fim do segundo turno.

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