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Além de “O Primeiro Homem”: Filmes sobre a lua para curtir no sofá

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Muitos filmes que passaram pelo cinema se desenrolaram no incrível cenário do espaço. Seja com uma abordagem mais fantasiosa ou mais realista, a verdade é que filmes sobre a lua ganham escancaradamente um grande prestígio do público.

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“Primeiro Homem” une introspecção e espetáculo ao recriar jornada à Lua
Divulgação

“Primeiro Homem” une introspecção e espetáculo ao recriar jornada à Lua

Entre uma missão espacial e outra, filmes sobre a lua
além de girarem em torno da ficção científica, também podem ser uma ótima opção para ter uma aula de física e astrologia, além de proporcionarem uma incrível viagem dentro da imaginação.

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Assim sendo, mais um filme do gênero entra em cartaz nos cinemas brasileiros: “ O Primeiro Homem”
. Com efeitos realistas, o longa dirigido por Damien Chazelle, traz as telinhas a cinebiografia do astronauta, engenheiro e piloto Neil Armstrong, o primeiro ser humano a pisar na lua.

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Considerado um dos melhores filmes da atualidade no quesito espacial
, “O Primeiro Homem” foi baseado no livro de James R. Hansen e traz em suas cenas uma versão extraordinária sobre a chegada do homem à lua.

Nesse clima, outras produções se destacam. Um dos clássicos, que inclusive foi indicado ao Oscar é “Apollo 13”, o filme lançado em 1995, traz o ilustre Tom Hanks junto com dois astronautas americanos em uma missão à Lua. No meio do percurso, os viajantes sofrem uma explosão na nave, fazendo com que a viagem vire uma verdadeira corrida contra o tempo.
A situação da nave fica tão complicada que eles correm o risco de ficarem sem oxigênio, energia e comunicação. Diante do cenário, eles fazem o possível para lutarem por suas vidas, contando com a ajuda dos engenheiros da NASA.

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Confira a galeria de filmes sobre a lua:

Como destaque também está “Lunar”, que foi lançado em 2009. O filme conta a história do astronauta Sam Bell (Sam Rockwell) que passa por uma crise pessoal com fortes dores de cabeça e alucinações enquanto se aproxima do final de uma missão de três anos extraindo um gás nuclear na Lua. Em meio as crises e a ansiedade de poder reencontrar sua família, ele conhece o que parece ser uma versão mais jovem de si mesmo.

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“Os Eleitos: Onde o Futuro Começa” (1983) é mais um dos filmes sobre a lua
que se destacou no universo das produções espaciais. Adaptado da obra não fictícia escrita por Tom Wolfe, o filme decorre nos primeiros quinze anos do programa espacial americano.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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