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Além de “A Dona do Pedaço”, confira os maiores barracos das novelas da Globo

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Na última segunda-feira (19) foi ao ar uma cena polêmica em “A Dona do Pedaço”, novela da Globo escrita por Walcyr Carrasco. Maria da Paz, interpretada por Juliana Paes, fez o maior barraco, com direito a tiro, ao saber que seu marido Régis (Reynaldo Gianecchini) estava tendo um caso com sua filha, Josiane (Agatha Moreira).

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Reprodução/TV Globo

Maria da Paz (Juliana Paes) extrapolou o limite dos barracos e resolveu sua briga na base do tiro em “A Dona do Pedaço”

Com base na repercussão da cena de “ A Dona do Pedaço ”, o iG Gente elaborou uma lista com os maiores barracos protagonizados no horário das 21h00. De “Senhora do Destino” a “Caminho das Índias”, não deixe de ver, literalmente, a “porrada comer solta”.

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Monalisa e Carminha saem no tapa – Avenida Brasil (2012)

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Divulgação / Rede Globo

Os maiores barracos das novelas da Globo

Carminha (Adriana Esteves) protagonizou muitos barracos em “Avenida Brasil”, trama da Globo . Entre idas e vindas com Tufão (Murilo Benício), o ex-jogador de futebol foi se aconselhar com sua sócia Monalisa (Heloísa Périssé), com quem já tinha namorado no passado. Em uma crise de ciúme, Carminha destruiu o salão da loira, o que resultou em uma surra da cabeleireira. 

Paloma parte para cima de Félix – Amor à Vida (2014)

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Divulgação / TV Globo

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Paloma, personagem de Paolla Oliveira, teve sua filha roubada após o nascimento. Ao descobrir que seu irmão, Félix (Mateus Solano), foi o responsável por jogar sua bebê na caçamba de lixo, Paloma se enfurece e parte para cima dele. 

Maria do Carmo e Nazaré – Senhora do Destino (2005)

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Divulgação / Rede Globo

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Um dos maiores barracos da teledramaturgia foi protagonizado por Maria do Carmo (Susana Vieira) e Nazaré (Renata Sorrah). Maria preparou uma armadilha para sua rival afim de descobrir quem era a mulher que roubou sua filha, Lindalva (Carolina Dieckmann). Quando as personagens ficam cara a cara, acontece um barraco, com direito a cusparada e muito mais. 

Muricy expulsa Carminha da Igreja – Avenida Brasil (2012)

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Divulgação / Rede Globo

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Depois de descobrir que Carminha (Adriana Esteves) estava morando na Igreja após ser expulsa por Tufão (Murilo Benício) de sua casa, Muricy (Eliane Giardini) diz que ela não merece se abrigar na casa de Deus, gerando mais um barraco com direito a muita gritaria.

Diana e Melina – Passione (2010)

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Divulgação / Rede Globo

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Diana (Carolina Dieckmann) e Melina (Mayana Moura) discutiram por causa de Mauro (Rodrigo Lombardi). No entanto, a discussão ficou acalorada demais e terminou em tapas, com direito das duas personagens rolando no chão. 

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Yvone e Melissa – Caminho das Índias (2009)

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Divulgação / Rede Globo

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Após descobrir que seu marido, Ramiro (Humberto Martins), deu jóias para Yvone (Letícia Sabatella), Melissa (Christiane Torloni) arma um encontro para acertar as contas com a sua rival. Sozinha com ela no banheiro, Melissa pede para ver as jóias. E é com o anel da traidora no dedo que Melissa dá o primeiro de muitos tabefes. Depois disso têm muita gritaria, chutes e pancadas.

Laura e Maria Clara – Celebridade (2004)

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Divulgação / Rede Globo

Os maiores barracos das novelas da Globo

A vilã Laura (Cláudia Abreu) aprontou muito para Maria Clara (Malu Mader). Porém, a paciência tem limite. Em uma das armadilhas, a mocinha da novela perdeu o controle, pegou sua inimiga (Laura) de jeito no banheiro e lhe deu cerca de 30 tapas.

Laurinha e Maria do Carmo – Rainha da Sucata (1990)

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Divulgação / Rede Globo

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Em “Rainha da Sucata”, Laurinha (Glória Menezes) não suportava Maria do Carmo (Regina Duarte). A ideia de que a empresária tinha enriquecido trabalhando com ferro-velho perturbava a socialite. O ápice aconteceu quando a ricaça viu Laurinha casando-se com Edu, gerando um bate-boca. 

Eduarda e Laura – Por Amor (1998)

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Divulgação / Rede Globo

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Eduarda (Gabriela Duarte) não perdoou nem o fato da rival Laura (Viviane Pasmanter) estar em uma cadeira de rodas para devolver a tapas todo o sofrimento que passou por causa da vilã. A mocinha ainda finalizou a vingança jogando a moça dentro da piscina.

Carminha e Rita – Avenida Brasil (2012)

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Divulgação / Rede Globo

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Por fim, para fechar a lista que começou com ” A Dona do Pedaço ” está “Avenida Brasil” (de novo).  Nina (Débora Falabella) e Carminha (Adriana Esteves) protagonizaram um dos mais icônicos barracos da teledramaturgia. Após pegar a vilã de surpresa, Nina faz Carminha de gato e sapato. O bate-boca rendeu muitos jargões, incluindo o consagrado “me serve, vadia, me serve!”.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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