conecte-se conosco


Política

AL cobra do Estado dados de valores gastos com o VLT

Publicado

Foto: Ronaldo Mazza

A Assembleia Legislativa aprovou na sessão ordinária do dia 26 de novembro o requerimento nº 775/2019 de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSDB) que cobra do governo do Estado informações a respeito dos valores referentes ao VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos).

No prazo de 30 dias, a Secretaria de Fazenda (Sefaz) e a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) deverão informar qual o valor total dos financiamentos contratados pelo Governo Estado de Mato Grosso junto a Caixa Econômica Federal e ao BNDES para a construção do VLT.

Também deverá ser detalhada qual a carência estabelecida em contrato à época, para o inicio dos pagamentos dos empréstimos junto a Caixa Econômica Federal e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e qual o valor já foi pago pelo governo de Mato Grosso a Caixa Econômica Federal e BNDES desde o primeiro pagamento até data de hoje discriminando valor e data da quitação do pagamento.

Outra informação a ser fornecida é o valor do repasse financeiro já efetuado pelo governo do Estado às empreiteiras que compõem o Consórcio VLT.

Leia mais:  MTI apresenta novo contrato de gestão unificada de tecnologia a gestores de órgãos públicos

O deputado Wilson Santos explica que as informações que serão fornecidas são relevantes para ser avaliada a viabilidade de conclusão do VLT.

“O que desejamos é auxiliar o governo do Estado na retomada desta importante obra tão importante a população. A partir destes dados, podemos discutir com segmentos da sociedade”, disse.

Em outra iniciativa do parlamentar, foi aprovado no dia 13 de novembro pela Assembleia Legislativa um requerimento que autoriza a instalação de um grupo de trabalho para acompanhar, sugerir, fiscalizar e analisar os estudos do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que serão feitos pelo governo federal, via Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos.

Oficialmente, o governo do Estado diz que somente no primeiro semestre de 2020 deverá ser anunciada qual a posição a respeito das obras do VLT, paralisadas desde setembro de 2014 embora já tenha consumido dos cofres públicos quantia superior a R$ 1 bilhão.

Comentários Facebook
publicidade

Política

HMC fecha trimestre com 6,3 mil atendimentos de urgência e 100% de ocupação das UTIs, 60% são do interior do Estado

Publicado

por

Segundo secretário de Saúde, não fosse o HMC sistema já teria colapsado por conta da pademia

As ações de enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19) delineadas pela Prefeitura de Cuiabá fez com que o Hospital Municipal de Cuiabá – HMC, Dr. Leony Palma de Carvalho, que já era referência em atendimentos de média e alta complexidade para os 141 municípios de Mato Grosso, se tornasse a principal ‘fonte desafogadora’ do Sistema Único de Saúde – SUS mato-grossense no atendimentos à outras doenças.

Apenas nos meses de março, abril e maio o HMC atendeu 6.330 pessoas na urgência e emergência e fechou com 100% da capacidade de lotação das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e ainda 2.098 cirurgias de média e grande complexidade. Os dados dão conta de que, no contexto geral, os atendimentos à pacientes de pessoas residentes de outros municípios do Estado chega a 60%.

Segundo o diretor geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECS) que administra o HMC, Alexandre Beloto a crescente se dá ao fato de a unidade está atuando em reforço à todas as medidas de enfrentamento a Covid-19, adotadas pelo prefeito.

Leia mais:  Deputado convida entidades para participar do Natal Solidário 2019

“Dentro do plano de enfrentamento ao novo vírus, o prefeito Emanuel Pinheiro optou por deixar o HMC como suporte às outras enfermidades para que os infectados pela Covid-19, não tenha contato contado com outros doentes. Embora nossa demanda tenha aumentado consideravelmente, pois estamos recebendo um percentual altíssimo de não residentes de Cuiabá, estamos, com muito esforço e dificuldade, mantendo o mesmo padrão de acolhimento humanizado que é premissa da gestão atual à todos que buscam nossos atendimentos”, enfatizou Beloto.

Esse desempenho, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, aliado ás frentes de trabalho adotadas no combate à pandemia, incluindo o isolamento social, foram os responsáveis pelo não colapso do sistema de saúde até então.

“Esse é o maior reflexo de que Cuiabá sozinha acolhe a maior parcela dos enfermos do estado inteiro. Não fosse essa organização do prefeito Emanuel Pinheiro, a Capital, que já está penalizadas por esse acréscimos intenso nos atendimentos, e está atuando com pouco ou quase zero de respaldo do governo estadual, o sistema de saúde já teria colapsado. Esses números mostram que todos os esforços da gestão estão dando certo e vidas estão sendo salvas, mas, mostram também, que o governo de Mato Grosso precisa olhar com mais carinho para a Saúde, pois sozinha, Cuiabá não dará conta de 141 municípios. Os esforços precisam ser conjuntos, para juntos, saímos dessa pandemia com o menor impacto possível”, finalizou Pôssas.

Leia mais:  Vereador vota contra reajuste de tarifa de água e esgoto

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana