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Agustin Fernandez brinca com Pabllo Vittar após eleição: “Boa viagem”

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Famoso nas redes sociais, o maquiador
Agustin Fernandez usou seu Facebook na noite do último domingo (28) após a eleição de Jair Bolsonaro
para fazer uma brincadeira que acabou criando polêmica. Na rede social, Agustin Fernandez brinca com Pabllo Vittar, que se mostrou contra Bolsonaro.

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Agustin Fernandez brinca com Pabllo Vittar após eleição de Jair Bolsonaro
Reprodução/Instagram

Agustin Fernandez brinca com Pabllo Vittar após eleição de Jair Bolsonaro

“Pabllo Vittar conte com a minha ajuda para carregar as malas. Boa viagem”, escreveu o maquiador. Agustin Fernandez brinca com Pabllo Vittar
após rolarem nas redes sociais algumas notícias de que a cantora afirmava deixar o Brasil em caso de vitória de Bolsonaro. No entanto, a própria dragg afirmou que não passava de uma fake news.

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A brincadeira não foi bem interpretada por todos e Agustin rebateu aqueles que o criticaram. “Ai gente só pra descontrair. Vocês não têm humor não? Eu adoro as pessoas me zoando. Ela já disse que isso foi fake news, mas é engraçado”, escreveu.

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Logo em seguida, Agustin Fernandez publicou uma foto com Jair Bolsonaro. “O Brasil è um país lindo, è nosso lar. Tem tudo pra brilhar, mas ele precisa ser bem administrado. Sempre acreditei na mudança, ela è necessária”, disse.

Muitos de nos deixamos de fazer as nossas coisas pra tentar de alguma maneira mostrar aos outros que o senhor è essa mudança. Espero ter de alguma maneira contribuído com o bem do país que tanto amo, e espero de coração que faça um bom governo, eu sei que 4 anos não é nada para ajeitar o estrago, mas a gente acredita no senhor e nas pessoas que têm perto”, completou.

Ele ainda finalizou: “Não nos decepcione, de o seu melhor, faça jus a sua palavra. Cada voto virado foi um grande desafio, perdoamos o senhor pelos erros do passado pois todo mundo erra, e não fizemos isto por fanatismo ao partido, foi por amor à pátria. Estamos muito felizes e confiantes”.

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Agustin Fernnadez brinca com Pabllo Vittar
depois de chamar atenção nas redes sociais por ser homossexual e apoiar Bolsonaro, que não tem uma boa fama na classe LGBT.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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