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Polícia

Agentes penitenciários encontram detento morto na Penitenciária Central do Estado de MT

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Perícia vai avaliar a causa da morte e a suspeita é que ele tenha sido morto por outros detentos, segundo Sindspen

O reeducando Edson Pedro Tamborlim, de 39 anos, foi encontrado morto no refeitório do raio 1, da Penitenciária Central do Estado (PCE), no domingo (28), em Cuiabá. De acordo com informações do Sindicato dos Servidores Penitenciários de Mato Grosso (Sindspen), quando os agentes foram servir o jantar, encontraram o detento morto.

Em razão da vítima estar sozinha e não ter outros detentos no corredor, os agentes suspeitam que a morte foi ocasionada pelos próprios reeducandos.

Ainda segundo o Sindspen, Edson Pedro era preso provisósio por suspeita de tráfico de drogas.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima tinha lesões pelo corpo, porém apenas a perícia vai identficiar a causa morte.

O caso será investigado.

Celulares na comida
Ainda no domingo, agentes receberam a denúncia de que materiais ilícitos estariam escondidos nas caixas em que são transportadas a comida a ser servida aos detentos.

Ao fazer a fiscalização, os agentes penitenciários identificaram caixas contendo celulares e serras que seriam entregues aos presos, de forma ilegal.

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A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) vai abrir um processo administrativo disciplinar para investigar.

Outra morte
No sábado (27), os agentes receberam a denúncia de que outro preso seria executado também no raio 1. Quanto chegaram ao local, conseguiram impedir a morte.

Por Lidiane Moraes, G1 MT

CUIABÁ

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Polícia

Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

Publicado

Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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