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Ações do projeto Verde Novo são efetuadas no complexo Lagoa Encantada

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Mais uma ação do projeto “Verde Novo – 300 mil árvores, Cuiabá 300 anos” foi realizada na sexta-feira (07). Desta vez, a iniciativa promovida pela Prefeitura de Cuiabá, Poder Judiciário – representado pelo Juizado Ambiental (Juvam) – e o Instituto Ação Verde levou as atividades de plantio de 700 mudas de árvores nativas e distribuição de outras mil para o complexo da Lagoa Encantada, situada no bairro CPA III.

Esta edição contou com o apoio da administração da subprefeitura da Regional Norte e com a participação de dezenas de pessoas assistidas pela unidade do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do CPA III. Também se envolveram na ação alunos das escolas estaduais Newton Alfredo Aguiar, Pe. João Panarotto e Leovegildo de Melo, além de integrantes da Central Única das Favelas (Cufa) de Cuiabá.

“É necessário que cada um contribua com a preservação do meio ambiente e, principalmente, com o resgate do título de Cidade Verde. Acredito que o sucesso de uma gestão está na participação de todos e, por conta disso, estamos construindo pontes com os mais diferentes segmentos da sociedade civil organizada. Por meio de ações como esta é que vamos construir o ideal de uma sociedade cada vez melhor”, comentou o prefeito Emanuel Pinheiro.

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O Verde Novo tem representado o fortalecimento da parceria entre as diferentes instituições que caminham em busca de um ideal em comum: retomar para Cuiabá o histórico título de “Cidade Verde”. Para isto, as três entidades assinaram, em dezembro de 2017, um Termo de Cooperação Técnica com o intuito de unificar as ações, que antes eram realizadas separadamente, e alcançar a ousada meta de 300 mil árvores plantadas.

O projeto teve início em março deste ano ao realizar o plantio de 500 mudas nas proximidades da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Desde então, o Parque das Águas, Parque Tia Nair, Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), Praça Alencastro, Parque Mãe Bonifácia e Massairo Okamura, são exemplos de locais que já receberam a atividade. O plantio segue o planejamento de utilizar pelo menos 70% de espécies nativas da região.

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AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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