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Polícia

Abertura da 9ª edição dos Jogos da Polícia Civil é nesta quinta-feira

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Assessoria/PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso abre nesta quinta-feira (10.10) a 9ª edição dos Jogos Integração. O evento é organizado pela Academia de Polícia (Acadepol), Diretoria da Polícia Civil e parceiros e contará com 11 modalidades esportivas que serão disputadas por policiais de diversas unidades. A abertura será com a partida de futsal masculino e feminino, no Complexo Esportivo Dom Aquino, em Cuiabá, a partir das 7h30.

As modalidades disputadas por equipes femininas e masculinas são Futebol Society, Voleibol de Quadra, Voleibol de Areia, Natação, Xadrez, Tênis de Mesa, Tiro, Futsal, Atletismo, Ciclismo MTB e Basquetebol.

Os Jogos Integração tem como uma das finalidades, promover a integração desportiva e sociocultural entre os policiais civis lotados na capital e no interior de Mato Grosso.

Conforme o coordenador do campeonato, Claudiney Farina, o torneio esportivo também tem como objetivo oportunizar ao profissional à prática esportiva, proporcionando saúde, bem-estar, aptidão física, desenvolvimento motor, criatividade, integração social, divertimento e ainda contribuindo para a uma vida alegre e saudável.

A 9ª edição dos Jogos Integração da Polícia Civil tem como patrocinadores: Sinpol, Amdepol, Sindepojuc, Lojas Martinello, CTPEVG, Excelência Engenharia, Águas Puríssimas. Apoio da Secretaria Estadual de Esportes (Governo) e Secretaria Municipal de Esportes do Município de Cuiabá (Prefeitura).

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Programação

Na sexta-feira será disputado o voleibol masculino e feminino, no Complexo Dom Aquino, a partir das 7h30. No período da tarde será a vez da natação, na AABB de Cuiabá, a partir das 13h30.

No sábado (12.10) a disputa é do basquetebol, às 7h30, na Unic. Também terão provas do ciclismo.

As disputas dos Jogos recomeçam no dia 17 de outubro, com provas de atletismo masculino e feminino, nas pistas da UFMT, a partir das 7h30. No período da tarde serão realizadas as disputas de xadrez e tênis de mesa, no Complexo Dom Aquino.

No dia 18.10 é a vez do vôlei de areia, na AABB. À tarde as provas serão do futebol society, nas duas modalidades, que ocorrerá na sede do Sindicato dos Investigadores (Sinpol), a partir das 15h. E no sábado (19.10), a disputa será de tiro policial, na Acadepol, a partir das 7h30.

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Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, Dono da Havan e alvo

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A Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, na manhã desta quarta-feira (27), referentes à investigação sobre notícias falsas conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apura ameaças a ministros.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas em 14 endereços de São Paulo (11 na capital e 3 em Araraquara, no interior do estado), 3 do Distrito Federal, 6 do Rio de Janeiro, 1 do Mato Grosso, 3 do Paraná e 3 de Santa Catarina.

 

A PF também realiza nesta quarta outras três operações: a Lazarus, no Rio de Janeiro, que apura fraudes na Previdência Social; a Camilo, que investiga desvios de recursos públicos da saúde no Rio Grande do Sul; e a Cara Dura, que visa desarticular um grupo criminoso envolvido em dezenas de furtos cometidos contra várias instituições financeiras no Tocantins e em outros estados.

O inquérito, que corre em sigilo, foi aberto no dia 14 de março de 2019 pelo presidente do STF, Dias Toffoli, com a intenção de investigar a existência de uma rede de produção e propagação de fake news.

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Os alvos da operação são os seguintes:

Alvos de mandados de busca e apreensão, com computadores, celulares, tablets e outros dispositivos eletrônicos apreendidos:

• o ex-deputado federal Roberto Jefferson;
• o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan;
• o blogueiro Allan dos Santos, próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido);
• o músico e humorista Rey Biannchi;
• o youtuber Enzo Leonardo Suzin Momenti;
• a ativista bolsonarista Sara Winter;
• o empresário Edgard Corona, presidente da rede de academias Smart Fit;
• o comandante Winston Rodrigues Lima, coordenador do Bloco Movimento Brasil;
• o ativista bolsonarista Marcelo Stachin;
• o youtuber Bernardo Pires Kuster;
• o ativista Eduardo Fabris Portella.

Prestarão depoimento à PF em até dez dias como parte das investigações, mas não tiveram equipamentos apreendidos:

• a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP);
• a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF);
• o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ);
• o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR);
• o deputado federal Cabo Junio do Amaral (PSL-MG);
• o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança;
• o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP);
• o deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP).

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Segundo a analista de política Daniela Lima, o ministro Alexandre de Moraes determinou que os conteúdos das postagens feitas por esses deputados sejam 100% preservados para análise, mas não ordenou busca e apreensão para tais casos.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) se manifestou no Twitter sobre as ações da Polícia Federal. “O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital”, disse ele. “Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta?”, questionou.

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