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A guerra de versões na mídia sobre o fim de Brumar

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A atriz Bruna Marquezine
confirmou o término do seu relacionamento com Neymar na última quinta-feira (19), revelando que foi uma decisão pessoal do jogador. Entretanto, diversas especulções começaram a surgir com o novo fim de Brumar, desde motivação política, já que a atriz apoia o movimento #ELENÃO e família do rapaz simpatiza com o caditato à Presidência Jair Bolsonaro, reencontros com ex-namorados, ciúmes e desistência de mudança por parte da global para Paris também foram manchetes em diversos jornais de fofocas. 

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Fim de Brumar! Bruna Marquezine e Neymar terminaram pela quarta vez o seu relacionamento
Reprodução/Instagram

Fim de Brumar! Bruna Marquezine e Neymar terminaram pela quarta vez o seu relacionamento

Entretanto, o fim de Brumar
ainda irá ser machete em diversos veículos. Porém, o jogador fez questão de desmentir publicamente em sua conta no Instagram nesta sexta-feira (19) que não teve um encontro com sua ex namorada Camila Karam, conforme publicou um veículo. 


Fim de Brumar! Neymar compartilha imagem com manchete sobre fim do seu namoro com Bruna Marquezine, desmentindo encontro com a ex-Camila Karam
Reprodução/Instagram

Fim de Brumar! Neymar compartilha imagem com manchete sobre fim do seu namoro com Bruna Marquezine, desmentindo encontro com a ex-Camila Karam

O jogador compartilhou um post feito pelo seu pai com a legenda “Povo mal informado”, informando que ele não se encontrou com a ex, já que estava em Portugal e não em Barcelona.

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A atriz ao informar o fim do namoro pediu para que as pessoas respeitassem sua privacidade, não deu mais nenhum detalhe, porém deixou claro que a decisão foi do rapaz.

“Vou pedir que não se prolongue esse assunto, porque normalmente não falo da minha vida pessoal, espero que sejam compreensivas comigo. Existe muito respeito e carinho por ele e por tudo o que a gente viveu. Só queria esclarecer que esse término não foi por desentendimento político”, disse. 

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Qual o motivo do fim de Brumar?

Em outra suposição, de acordo com o jornalista João Henrique Marques, o novo término entre o casal se deve ao fato da atriz ter se recusado ir morar na França. A vida pública e completamente conturbada dos dois também foi manchetada como uma das principais razões. O ciúmes do jogador sobre a profissão de Bruna também já foi ressaltado em outros momentos, como também um suposto mal relacionamento da atriz com a família de Neymar. 

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Bruna Marquezine e Neymar tem passeio romântico por Paris
Reprodução/Instagram

Bruna Marquezine e Neymar tem passeio romântico por Paris

Bruna Marquezine até o momento não comentou sobre as diversas especulações que surgiram após confirmar o fim do casal Brumar
. A estrela entretanto fez uma nova tatuagem com a palavra fé, feita pela tatuadora Sabrina Conde. 

Bruna e Neymar começaram o relacionamento em 2013 e terminaram pouco meses depois, reatando e terminando novamente antes do fim de 2014. Em 2016, reataram novamente, mas terminaram em junho de 2017. Em outubro de 2017 reataram em meio a uma viagem para Fernando de Noronha, onde ficaram juntos até o novo fim de Brumar

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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